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Fome excessiva


26/01/2010 10:00



Fome excessiva



Apetite aumentado



Nomes alternativos:

Fome excessiva, fome, hiperfagia, apetite - aumentado, polifagia

Definição:

A fome é o desejo por alimentos, e é perfeitamente normal. A hiperfagia e a polifagia se referem à ingestão de alimentos a tal ponto que a pessoa fica obcecada em comer (gula), ou à ingestão excessiva de alimentos antes de se sentir saciado; esses podem ser sintomas de diversos distúrbios.

Considerações gerais:

Tanto os distúrbios psicológicos quanto os endócrinos (das glândulas) podem provocar esse sintoma, que é bastante comum.

A polifagia pode ser intermitente ou persistente, dependendo da causa, e pode provocar um aumento de peso.

Causas comuns:

• ansiedade

• síndrome pré-menstrual

• bulimia (mais comum em mulheres entre 18 e 30 anos)

• diabetes melito

• diabetes gestacional

• doença de Graves

• hipertireoidismo

• hipoglicemia

• diabetes melito insulino dependente (DMID)

• diabetes melito não insulino dependente (DMNID)

• medicamentos como os corticosteróides, a ciproeptadina e antidepressivos tricíclicos.

Obs.: Pode haver outras causas para este problema. Esta lista não menciona todas elas e sua apresentação não está em ordem de probabilidade. As causas destes sintomas podem incluir, indiferentemente, doenças e medicamentos. Além disso, essas causas podem variar com base na idade e sexo da pessoa afetada, assim como nos aspectos específicos do sintoma como: características, evolução, fatores agravantes, fatores atenuantes e queixas associadas. Utilize a opção Análise de Sintomas para explorar as explicações possíveis para a ocorrência deste distúrbio, seja isolado ou combinado com outros problemas.

Ansiedade, estresse e tensão



Nomes alternativos:

Sensação de nervosismo, nervoso, estresse, tensão

Definição:

O estresse é uma tensão ou desgaste físico, mental ou emocional. A tensão é um desgaste mental ou emocional, suspense, ansiedade ou excitação. A ansiedade é uma reação a uma ameaça real ou imaginária, um sentimento geral de desconforto ou medo.

Considerações gerais:

O estresse não é uma doença e faz parte da vida normal de todo mundo. O estresse não é necessariamente bom ou mal. Entretanto, as reações ao estresse podem variar consideravelmente e algumas dessas reações são indesejáveis. A reação indesejável mais freqüente é a ansiedade.

A ansiedade é freqüentemente acompanhada por: contração espasmódica ou tremor, tensão muscular, dores de cabeça, sudorese, irritabilidade, cansaço, pesadelos, problemas de memória, impotência sexual, falta de sono, boca seca ou dificuldade para engolir.

O grau de ansiedade é muito mais uma função do indivíduo que o grau de estresse. O risco de ansiedade aumenta com o estresse, um histórico familiar de neurose, cansaço ou sobrecarga de trabalho, ou com a recorrência de situações que foram anteriormente estressantes ou prejudiciais.

Insônia e dificuldade de concentração são sintomas comuns de ansiedade e que podem levar a um círculo vicioso, piorando o problema. Os sintomas são efeitos, não causas. Concentrar-se na insônia ou na falta de concentração como o problema não é a solução.

Causas comuns:

• um perigo real

• estresse físico e emocional

• sofrimento (como pela morte de um ente querido ou pela perda do emprego)

• drogas, incluindo a cafeína, medicamentos para resfriado (combinações orais para tosse/resfriado), simpatominéticos, descongestionantes (anti-estaminas e descongestionantes orais), broncodilatadores, antidepressivos tricíclicos e suplementos para a tireóide

• suspensão de drogas

• dieta deficiente

• síndrome da hiperventilação

• hipertireoidismo.


Obs.: pode haver outras causas para este problema. Esta lista não menciona todas elas e sua apresentação não está em ordem de probabilidade. As causas destes sintomas podem incluir, indiferentemente, doenças e medicamentos. Além disso, essas causas podem variar com base na idade e sexo da pessoa afetada, assim como nos aspectos específicos do sintoma como: características, evolução, fatores agravantes, fatores atenuantes e queixas associadas. Utilize a opção Análise de Sintomas para explorar as explicações possíveis para a ocorrência deste distúrbio, seja isolado ou combinado com outros problemas.

Síndrome pré-menstrual (TPM



Nomes alternativos:

TPM, disforia pré-menstrual, tensão pré-menstrual

Definição:

Sintoma ou grupo de sintomas que ocorrem regularmente, associados ao ciclo menstrual. Os sintomas surgem 5 a 11 dias antes do início da menstruação e desaparecem junto com o fim do período ou um pouco depois.

Causas, incidência e fatores de risco:

Não foi identificada uma causa exata para o aparecimento da TPM. Ela pode estar associada a fatores sociais, culturais, biológicos e psicológicos. A TPM pode ocorrer mesmo na presença de função aparentemente normal dos ovários (ciclos ovulatórios regulares).

Calcula-se que a TPM afeta 70% a 90% das mulheres durante o período fértil. Acredita-se que 40% das mulheres apresentam sintomas de TPM graves o suficiente para interferir nas atividades diárias, e 10% delas apresentam sintomas tão graves que as incapacitam. A incidência desse distúrbio é maior em mulheres entre 20 e 40 anos, em mulheres com história de depressão grave na família, história de depressão pós-parto ou distúrbio afetivo de humor.

Bulimia



Nomes alternativos:

Comportamento bulímico; distúrbios de alimentação

Definição:

Doença caracterizada por episódios incontrolados de ingestão excessiva de alimentos, geralmente seguidos por vômitos provocados (veja também anorexia nervosa).

Causas, incidência e fatores de risco:

Na bulimia o comportamento de comer desenfreadamente pode ocorrer diversas vezes ao dia. O vômito provocado, conhecido com purificação permite que se coma continuamente até que o processo seja interrompido pelo sono, por dor abdominal ou pela presença de outra pessoa.

A pessoa geralmente está consciente de que o seu padrão de alimentação é anormal e pode sentir medo ou ter sentimento de culpa associados aos episódios de comportamento bulímico. O comportamento é geralmente reservado, embora indícios desse distúrbio incluam superatividade, rituais e hábitos peculiares de alimentação e o costume de se pesar freqüentemente. O peso corporal é sempre normal ou abaixo do normal, embora a pessoa se julgue com acima do peso.

A causa exata da bulimia é desconhecida, mas acredita-se que os fatores que contribuem para o seu desevolvimento são: problemas familiares, dificuldade de adaptação, conflitos de auto-identidade e a ênfase exagerada na aparência física. A bulimia também pode estar associada à depressão. O distúrbio não é geralmente associado com qualquer problema físico subjacente, embora o comportamento possa estar associado a doenças neurológicas ou endócrinas. Essa condição ocorre com maior freqüência em jovens do sexo feminino, adolescentes ou no início da idade adulta. A incidência é de 2 casos em cada 10.000 pessoas.

Diabetes melito



Nomes alternativos:

Diabetes, diabetes de açúcar

Definição:

Distúrbio causado pela diminuição na produção de insulina ou pela diminuição da capacidade de utilização da insulina. A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas, necessário para que as células sejam capazes de utilizar o açúcar no sangue.

Causas, incidência e fatores de risco:

A causa da diabetes melito é desconhecida, mas acredita-se que a hereditariedade e a dieta tenham um papel importante em seu desenvolvimento. A diabetes é desencadeada quando o pâncreas produz quantidades insuficientes de insulina para atender às necessidades do organismo, ou quando o pâncreas produz insulina, mas as células são incapazes de utilizá-la eficazmente (resistência insulínica). A insulina é necessária para que o açúcar no sangue (glicose) chegue ao interior das células; caso isso não ocorra, o organismo não pode utilizá-lo. O excesso de açúcar permanece no sangue e é então eliminado pelos rins. Sintomas como sede excessiva, micção freqüente e fome se desenvolvem. O metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas é alterado.

A diabetes se manifesta de diversas formas. Os tipos mais comuns são: Tipo I, ou diabetes melito insulino-dependente (DMID); Tipo II, ou diabetes melito não-insulino dependente (DMNID); e diabetes melito gestacional.

A diabetes melito insulino-dependente (IDDM ou Tipo I) geralmente se manifesta em pessoas com menos de 30 anos, que devem então receber injeções de insulina. Os fatores de risco da DMID incluem doença auto-imune, infecções virais e antecedentes familiares de diabetes.

A diabetes melito não-insulino dependente (DMNID ou Tipo II) geralmente se manifesta em adultos com excesso de peso (obesos) e raramente requer tratamento com insulina. O tratamento inclui dieta para diabéticos e exercícios. Os fatores de risco para o Tipo II são a obesidade, estresse psicológico ou emocional, gestação, certos medicamentos, idade acima de 40 anos e antecedentes familiares.

A diabetes gestacional inicia-se ou é inicialmente detectada durante a gestação. Geralmente aparece entre a 24ª e a 28ª semana de gestação. Em muitos casos, o nível de glicose no sangue retorna ao normal logo após o parto. Os fatores de risco para diabetes gestacional são idade materna acima de 25 anos, antecedentes familiares de diabetes, obesidade, nascimento anterior de bebês com mais de 3,8 kg (9 libras), morte inexplicável de lactentes ou neonatos, malformação congênita em bebês nascidos anteriormente e infecções recorrentes.

Em países como os Estados Unidos, a diabetes melito afeta até 5% da população, quase 14 milhões de pessoas.

Diabetes gestacional



Nomes alternativos:

Intolerância à glicose durante a gestação

Definição:

Uma intolerância de gravidade variável a carboidratos que começa ou é descoberta durante a gestação.

Causas, incidência e fatores de risco:

O diabetes gestacional é um distúrbio que começa ou que é descoberto durante a gestação. Normalmente é percebido na 24a a 28a semana de gestação. Recomenda-se que todas as gestantes sejam examinadas para constatar se têm diabetes gestacional dentro desse período da gestação. Em muitos casos, o nível de glicose no sangue volta ao normal depois do parto. Normalmente os sintomas são leves e não representam risco de vida para a gestante. No entanto, os níveis maternos de glicose estão associados a um aumento nas taxas de complicações perinatais, inclusive trauma de parto, hipoglicemia e icterícia. Raramente pode ocorrer morte do feto. Manter o controle dos níveis de glicose no sangue reduz significativamente os riscos do bebê. Os fatores de risco do diabetes gestacional são: idade da mãe acima de 25 anos, um histórico familiar de diabetes, obesidade, parto anterior de bebê pesando acima de 4 kg, morte inexplicada anterior de recém nascido, malformação congênita de um bebê anterior e infecções recorrentes.

Doença de Graves



Nomes alternativos:

Doença de Basedow; bócio tireotóxico difuso

Definição:

Doença associada com a hiperatividade da glândula tireóide (hipertireoidismo).

Causas, incidência e fatores de risco:

Esta glândula está localizada na parte frontal do pescoço logo abaixo da laringe e é um órgão importante do sistema endócrino. A glândula tireóide secreta os hormônios de tiroxina (T4), triiodotironina (T3) e calcitonina, os quais controlam o metabolismo do corpo e regulam o equilíbrio do cálcio. A secreção de T3 e T4 pela tireóide é controlada por meio de um sistema de retroalimentação endócrina que envolve a glândula pituitária e o hipotálamo, no cérebro. A calcitonina é regulada pela quantidade de cálcio no sangue e age em conjunto com a glândula paratireóide para controlar os níveis de cálcio. Dado que a glândula tireóide é regulada pela glândula pituitária e pelo hipotálamo, os distúrbios tireóideos podem ser resultantes não somente de defeitos da própria glândula, como também pela interrupção do sistema de controle. Os distúrbios tireóideos causados pela superprodução de hormônios tireóideos são conhecidos como hipertireoidismo, e a subprodução destes hormônios se conhece como hipotireoidismo.

A doença de Graves é uma da causas mais comuns de hipertireoidismo. A produção do hormônio tireóideo aumenta, resultando na dilatação da glândula tireóide e em muitas alterações no organismo. A causa desta doença é desconhecida, porém pode estar relacionada aos distúrbios genéticos ou do sistema imune. Nas pessoas que sofrem da doença de Graves podem aparecer também outros distúrbios no sistema endócrino.

Os sintomas do hipertireoidismo estão presentes, e além desses, pode ocorrer a protrusão dos globos oculares (exoftalmos), que causa irritação e lacrimejamento. Entre os fatores de risco se pode mencionar o fato de ser mulher e maior de 20 anos, apesar de que o distúrbio pode estar presente em qualquer idade. A incidência é 5 em cada 10.000 pessoas.

Diabetes melito insulino-dependente (DMID)



Nomes alternativos:

Diabetes melito - tipo I; DMID; diabetes de início na juventude; diabetes melito tipo I

Definição:

Doença crônica do pâncreas na qual níveis excessivamente baixos de insulina (um hormônio que é liberado em resposta a níveis elevados de açúcar no sangue) são liberados no organismo.

Causas, incidência e fatores de risco:

O diabetes melito é uma doença crônica para a qual ainda não há cura. Existem várias formas de diabetes melito: diabetes melito insulino-dependente (DMID ou Tipo I); diabetes melito não-insulino dependente (DMNDI ou Tipo II) e diabetes melito gestacional. O metabolismo dos carboidratos, proteínas e gorduras é alterado nesse tipo de doença.

No diabetes melito insulino-dependente, as células beta do pâncreas produzem pouca ou nenhuma insulina, um hormônio que permite que a glicose entre nas células do corpo. Com uma quantidade insuficiente de insulina, a glicose ou o açúcar se acumulam na corrente sangüínea, em vez de penetrar nas células. O corpo não consegue utilizar a glicose como fonte de energia, apesar dos níveis elevados de glicose na corrente sangüínea. Isso provoca sintomas como, sede, micção e fome em excesso. No prazo de 5 a 10 anos após o diagnóstico, as células produtoras de insulina do pâncreas estão completamente destruídas e existe uma deficiência absoluta desse hormônio.

O DMID pode ocorrer em qualquer idade, porém geralmente se apresenta antes dos 30 anos de idade em pessoas com tendência a desenvolver a condição. Os sintomas são mais graves com esse tipo de diabetes, e se desenvolvem rapidamente. As pessoas com essa condição necessitam da insulina para sobreviver. A causa exata do diabetes Tipo I é desconhecida; no entanto, um antecedente familiar de diabetes, vírus que tenham lesado o pâncreas e a destruição das células produtoras de insulina por parte do sistema imune do corpo podem desempenhar um papel causativo. Os fatores de risco do diabetes Tipo I incluem doença auto-imune, infecções virais e um antecedente familiar de diabetes.
O diabetes insulino-dependente representa 3% do total de novos casos de diabetes todos os anos. Existe um novo caso para cada 7.000 crianças por ano, e a incidência diminui depois dos 20 anos de idade.

Diabetes melito não-insulino dependente (DMNID)



Nomes alternativos:

Diabetes melito de início na vida adulta; diabetes melito - tipo II; DMNID; diabetes melito tipo II

Definição:

Uma doença crônica que aparece quando o corpo é resistente à insulina, um hormônio liberado pelo pâncreas em resposta aos níveis elevados de açúcar no sangue.

Causas, incidência e fatores de risco:

O diabetes é uma doença crônica para a qual ainda não há cura. Existem várias formas de diabetes melito: diabetes melito insulino-dependente (DMID ou Tipo I); diabetes melito não-insulino dependente (DMNDI ou Tipo II), diabetes melito gestacional e várias outras síndromes genéticas.

No diabetes melito não-insulino dependente (DMNID ou Tipo II), os níveis de insulina podem ser normais, elevados ou baixos. Estão presentes não só a resistência à insulina, como também a sensibilidade reduzida à insulina no fígado, músculos e tecidos adiposos. O metabolismo dos carboidratos, gorduras e proteínas na dieta é alterado.

Geralmente, o diabetes melito não-insulino dependente não requer insulina, sendo inicialmente tratado com dieta e exercícios. Algumas pessoas podem necessitar de sulfonúreas (medicamentos "antidiabéticos" por via oral) ou, ocasionalmente, insulina. Em geral, o início da doença ocorre gradualmente. Ao receber o diagnóstico, 75% das pessoas são obesas, porém a doença também pode se desenvolver em pessoas magras, especialmente naquelas de idade avançada. A causa dessa doença é desconhecida, contudo, fatores genéticos e ambientais podem desempenhar um papel importante. Os fatores de risco no diabetes Tipo ll são a obesidade, o estresse fisiológico ou emocional, a gravidez, certos medicamentos, ter mais de 40 anos de idade e antecedentes da doença na família. O diabetes melito afeta até 5% da população nos Estados Unidos, quase 14 milhões de pessoas. O diabetes melito não-insulino dependente representa 90% de todos os casos de diabetes melito. A incidência aumenta entre americanos nativos, americanos de origem africana e hispânicos.

Em crianças, existe a tendência a uma forte predisposição genética naquelas que desenvolvem o DMNID.





Índice das Principais Atividades dos

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Bioplastia de Mão Bioplastia de Mão
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