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Artigo
Nutrição cerebral
09/03/2010 10:00
Nutrologia cerebral evolutiva pela psiquiatria ortomolecular sistêmica
1. Quando queremos mudar hábitos o córtex frontal é ativado.
2. Esta ativação aumenta em deprimidos, esquizofrênicos e pessoas muito estressadas ou criminosos, que se caracterizam por hipofrontalidade (ativação abaixo do normal), com a ingestão de duas (02) gramas de ômega 3 após 02 horas, aumentando a onda P 300 medida pelo método do Potencial Evocado.
3. Outros nutrientes potencializam o efeito do ômega 3, por exemplo, o zinco, o manganês e o selênio. As vitaminas do complexo B podem estar diminuídas nas depressões e, na falta de Zinco, há dificuldade de absorvê-las, mesmo com a sua ingestão correta.
4. Sem Zinco as zincopeptidades, enzimas digestivas pancreáticas, têm dificuldade de extrair triptofano e tirosina das proteínas ingeridas (ainda que ingeridas corretamente). Isto dificulta a produção de serotonina, noradrenalina e dopamina, apelidadas de SENADO do bom humor e da inteligência emocional.
5. A microcirculação frontal pode estar prejudicada por falta de magnésio, enxofre, cálcio, cobre, selênio, cromo, estrôncio, vitamina C. Sem a rede de substâncias antioxidantes o problema pode aumentar, como é o caso do consumo de suplementos não personalizados.
6. Metade das pessoas “normais” é grupo de risco de hipofrontalidade e um terço das pessoas apresenta hipofrontalidade combinada com disfunção de uma outra área do cérebro. Isto significa que podemos salvar as lideranças sócio-emocionais, facilitando a aprendizagem de meia dúzia de competências necessárias para cada estilo de liderança entre as dezoito descritas por D. Goleman, capazes de superar o treinamento MBA de executivos e, no mínimo, triplicar os lucros para a empresa e para o país.
FONTE: healthmetrix wordpress
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