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Peróxido de Hidrogênio
26/04/2010 10:00
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Preocupamos-nos com a medicina ética apoiada nas diretrizes da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), do Conselho Regional de Medicina e do Conselho Federal de Medicina. Oferecemos o melhor aos pacientes através da pesquisa e do trabalho médico científico nacional e internacional.
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Peróxido de Hidrogênio
Marcos históricos:
1818 – Louis Jacque Thenard, químico francês, descobre o H2O2.
- Mariani fez o 1º tratamento e.v. com H2O2 relatado (publicado) na Reforma Médica 1902.
- Nysten (França) usou em cães, sem nenhum efeito colateral .
- Drs. Tunnicliffe e Stebbing (Inglaterra), relataram no Lancet o uso de H2O2 e.v. 600 a 1200 ml causando embolia gasosa em animais de laboratório.
- Oliver e Cantab publicaram no Lancet suas pesquisas para tratamento da pneumonia dos soldados indianos, com H2O2 e.v. com ótimos resultados.
- Inderjit Singh, na Índia, relata o uso de H2O2 Sub-cutâneo e Intra-cavitário Abdominal, sem nenhum valor prático, pois a sua absorção é demasiadamente lenta.
-H.S.Regelsberger(Alemanha)escreveu OXIGENATION para o tratamento da hipertensão arterial onde, o H2O2 e.v. reduziria a viscosidade e a densidade sangüínea com conseqüente baixa da P.A. - C. H. Farr:
Comprova que o conteúdo aumentado de Oxigênio nos tecidos ocorre de 40 a 50 minutos após o início da infusão de H2O2. 2. Descobre que a saturação aumentada de O2 venoso em tecidos, NÃO seria perdida pela difusão de Oxigênio nos vasos capilares pulmonar – (pela respiração).
Dr. Edward Carl Rosenow, (1875 à 1966) do Longeview Hospital Cleveland - Cincinnati–Ohio. Professor Emeritus em Experimental Bacteriology da Mayo Fundation de Rochester – Minneasota. Foi quem descobriu em 1925 que o Streptococcus é o causador da Febre Reumática; um dos maiores pesquisadores estudiosos do Peróxido de Hidrogênio e o 1º a usar H2O2 oral , publicou mais de 450 trabalhos sobre H2O2. Hoje na literatura mundial, existe um acervo de mais de 6.000 artigos científicos publicados desde 1920 sobre as aplicações de H2O2 endovenoso, intra arterial, oral e local MacNaughton descreveu a meia-vida do H2O2 que varia de ¾ do segundo à 2 segundos, dependendo da taxa de concentração da solução de H2O2 e do meio onde está sendo diluído ( infundido ). Detratores do H2O2 alegam que: Qualquer quantidade (saturação) de Oxigênio venoso aumentada em tecidos humanos, sería perdida pela simples difusão do Oxigênio na camada de vasos capilares do pulmão durante a respiração.
Charles H. Farr provou o contrário: “Se o Oxigênio liberado do H2O2 endovenoso se dissemina dos vasos capilares pulmonares para o espaço alveolar, o pO2 alveolar vai aumentar rapidamente e o pO2 do sangue capilar pulmonar vai diminuir. A difusão de O2 nos alvéolos vai ocorrer mais rapidamente do que a perda alveolar de Oxigênio para a troca respiratória.
O Oxigênio inspirado, adicionado ao Oxigênio disseminado nos alvéolos dos vasos capilares pulmonares no fim das artérias (arterial end) arteríolas, vai aumentar o pO2 alveolar mais do que o pO2 do sangue no final venoso capilar (venous end of the capilary). vênulas. O O2 aumentado nos alvéolos vai fazer com que o Oxigênio se dissemine rapidamente de volta nos vasos capilares pulmonares do lado venoso (venous side) e volte à circulação sistêmica”.
Este fato foi confirmado “aposteriori” por vários pesquisadores, em incontáveis trabalhos científicos efetuados de medição de Oxigênio pulmonar para determinar o nível metabólico em pacientes recebendo com várias concentrações de H2O2 endovenoso.
OUTRAS COMPROVAÇÕES DO_DR. CHARLES H. FARR COM H2O2 e.v.:
Aumento significativo da taxa metabólica.
Vasodilatação periférica. Aumento de O2 arterial e venoso.
Aumento da cognição em idosos.
Aumento da atividade / capacidade MENTAL em qq. Idade.
Aumento da acuidade visual.
Aumento da percepção de claridade do ambiente.
Aumento da sensação de relaxamento muscular melhorando
O bem estar fisico geral – melhora o descanso e o sono.
Alívio das dores de partes moles( fibromialgias). Aumento da sensibilidade à polém/alergia alimentar. Efeito nas concentrações de anti-corpos titulados no soro (serum antibody titres). Efeito nas funções das imunoglobulinas, pois o H2O2 e.v. reduz quantitativamente IGG, IGA, IGM, IGE. Relatou ainda, a diminuição (redução) de 55% das “NULL CELLS” que são as precursoras das células “BEBÊS” que vão originar as células “T” e células “B”. Estas (T e B) aumentam respectivamente de 20 a 35 % em 24 horas após a infusão de H2O2 e.v. É aqui que hoje estão centradas as maiores experiências ou pesquisas com o H2O2 e.v. para a maioria das inúmeras terapias propostas. PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO
I - PROPRIEDADES FÍSICAS DO H2O2:
Peróxido de Hidrogênio ou Dióxido de Hidrogênio (H2O2) é um líquido incolor, levemente azulado se em grande quantidade, sem cheiro, constituído de duas moléculas de Hidrogênio e duas moléculas de Oxigênio, com ponto de fusão a –2ºC e de ebulição a 152ºC; com decomposição de 84ºC numa pressão de 68 mm de Hg , solúvel em qualquer quantidade de água e geralmente encontrado no mercado como solução à 10 volumes ou 3%.
Tem como característica a sua decomposição rápida (reação química) transformando-se em água e oxigênio. ( H2O + O)
A decomposição por luzes somente é efetuada quando exposto à luz ultra-violeta.
In-vitro a dismutação acontece vagarosamente com índice de aproximadamente 1% ao mês, mesmo que em repouso e acondicionado em frascos escuros. Esta dismutação é acelerada se houver a presença de partículas contaminantes (ciscos). Por exemplo: flocos de metal ou mesmo vidro, poeira, e dependendo destas, podem levá-lo à explosão.
A refrigeração retarda a sua dismutação podendo ser preservado a temperaturas abaixo de 0°C.
H2O2 ocorre apenas em traços na natureza, e está presente com maior intensidade na água da chuva e principalmente na neve. Ainda não foi detectado no espaço interestelar.
II - CLASSIFICAÇÃO QUÍMICA:
A molécula de Hidrogênio tem como:
Símbolo: “H”
Número Atômico: “1”
Massa Atômica: 1,00797 = “1”
Elétrons nas camadas: “1”
A molécula de Oxigênio tem:
Símbolo: “O”
Número Atômico: “8”
Massa Atômica: 15,9994 = “16”
Elétrons nas camadas: “2 e 6”
O Peróxido de Hidrogênio é erroneamente assim chamado quando teria que ser conhecido como Dióxido de Hidrogênio. Êle é na verdade é 94% de Oxigênio.
Partindo do princípio que a vida tem cinco ingredientes básicos na constituição do corpo humano: C+H+O+N+S e compreendendo que todos eles desempenham suas funções primordiais, sendo o Nitrogênio e o Enxofre, o componentes básicos da parte protéica do nosso corpo e esta por sua vez (proteína), constitui toda a nossa estrutura celular.
Ao Hidrogênio desta relação acima , cabe a função de solidificação, de integração e de concentração das estruturas protéicas. ( reúne uma matriz de energias condensando–as e transformando-as cada vez mais em sólidos). É esta sua propriedade que dá forma e existência ao nosso corpo fora do DNA. Na construção de células (se deixado sem modulação) torna-as duras e quebradiças, Um exemplo disso é a indústria alimentícia que usa muito bem deste princípio quando converte o óleo vegetal, um líquido viscoso numa substância quase sólida como as margarinas, fazendo a adição literalmente do gás Hidrogênio, tentando criar um substituto para a nossa tão saborosa manteiga de leite. Por isto o Hidrogênio é denominado de ANABÓLICO. Estes efeitos são equilibrados pela ação do Oxigênio .
O Oxigênio, em contrapartida, é um CATABÓLICO, ele tem a função de quebrar moléculas (amolecer estruturas), de dissolver, desintegrar, desconcentrar, de combinar com outras moléculas, despedaçando-as (fracionando-as) e consequentemente, limpando as células do corpo humano das suas toxinas, impurezas, e destruindo produtos de efeitos colaterais (remove as estruturas desnecessárias) ou metabólitos, e mesmo produtos do anabolismo. Portanto, o Oxigênio funciona como solvente. Representa o polo oposto da criação: flexibiliza nossa estrutura corporal.
Sem um equilíbrio adequado destes dois (H e O), não seria possível a existência da vida humana.
Foi o químico francês Louis-Jacque Thenar que em 1818 descobriu e sintetizou pela primeira vez o Peróxido de Hidrogênio: H2O2, e o chamou de Água Oxigenada .
O H2O2 tem 1 átomo extra de Oxigênio nascente. É este oxigênio a mais que faz toda a diferença e a riqueza desta água pesada.
III - MÉTODOS DE PRODUÇÃO / OBTENÇÃO:
Segundo o Dr. Kurt Donsbach em seu livro chamado “Hydrogen Peroxid – H2O2”, a obtenção da solução de H2O2 pode ser efetuada da seguinte maneira:
a)- Quimicamente: Ele é extraído do Peróxido de Bário pela ação do Ácido Sulfúrico, formando Sulfato de Bário que assenta-se no fundo do frasco, e o Peróxido de Hidrogênio que é decantado e drenado. (para sua concentração é destilado à vácuo);
b)- Tratando-se a água com luz ultra-violeta;
c)- Pela eletricidade; (método silencioso) por faísca elétrica .
d)- A partir do Ozônio (O3) via água fria.
IV - SÍTIOS DE GERAÇÃO DO H2O2:
Fonte: T. Ramazarma, Departamento de Bioquímica do Instituto Indiano de Ciência, Bengalore – Índia. Dez/1981. Extraído de: Biochimica et Biophysica Acta, 694 (1982) 69-93
Biomembranas: 1.1 Mitocôndrias: Substrato específico / a integridade, a energia e nutrição da mitocôndria / a intermediação da CoQ10 (Ubiquinona) e o superóxido / inibidores da geração de H2O2 / condições ambientais / diferentes origens mitocondriais.
Organelas intracelulares: Cloroplastos / Peroxissomos / Núcleo.
Peroxissomos são organellas com aparência de pequenas vesículas membranares, formados a partir do retículo endoplasmático. São caracterizados por conter enzimas catalizadoras de oxidações que se processam na presença de Oxigênio molecular, de oxidases, e ainda de catalases, enzimas decompositoras de H2O2 (água oxigenada).
Oxidases: RH2 + O2 > R + H2O2
Catalases: H2O2 + R’H2> R’+ 2H2O
Membrana Microssomal: Flavoproteínas dependentes / peroxidação lipídica / a estimulação Vanádio na oxidação microssomal do NAD (P) H. / NADH dehydrogenase no microssomo (ocorrência comum nas endomembranas), efetuado quando diminui o Ph de 7.0 para 5.0 – (acidificação) da membrana.
Membrana Plasmática: Membrana plasmática do adipócito / membrana plasmática hepática / membrana do eritrócito / membrana plasmática bacterial / parede da célula vegetal.
Fenômenos celulares associados: Parasitismo de protozoários / fagocitose e explosão respiratória / ação hormonal / respiração insensitiva do acido Cianídrico / termogênese.
V - GERAÇÃO DE H2O2 SUPLEMENTAR (incidental) POR ÍONS METÁLICOS CATALIZADOS POR AUTO-OXIDAÇÃO DA GLUTATIONA:
De acordo com Philip W. Albro, Jean T. Corbet, and Joanna L. Schroeder do National Institute of Environmental Health Sciencs, Laboratory of Molecular Biophysics, Research Triangle Park, North Carolina - Pub. Journal of Inorganic Biochemistry 27, 191-203 1986
a) Os íons Ferro-Fe², o Cobre-Cu² e o Níquel-Ni² são os principais íons metálicos estimuladores na produção do Peróxido de Hidrogênio durante a auto-oxidação da glutationa;
b) Não foi detectado em contrapartida, a formação de H2O2 na presença dos íons Na¹, K¹, Fe³, Al³, Cd², Zn², Ca², Mg², Mn² ou Hg²;
c) A Cisteína é o melhor precursor da produção de Peróxido de Hidrogênio;
d) EDTA: Ácido EthylenoTiamino Tetracético;
e) DETAPAC: Ácido Diethylenotriamino Pentacético;
f) EGTA: Ácido Ethylenoglycol-bis-(beta-aminoethyleter)-N, N’-Tetracético;
g) NTA: Ácido Nitrilotriacético;
h) EDDA: Ácido Ethylenodiamínico
i) TET: Triethylenotetramina;
j) DESFERAL: Sulfo-suxinato de Desferroxamina ;
k) GSH: Glutationa reduzida;
l) GSSH: Glutationa oxidada;
m) TRIS: Tris (Hydroxyethyl) Aminometano;
n) HEPES: Ácido Hydroxyethylpiperazino Ethanosulfônico
o) CSA: Ácido Cisteína Sulfônico;
NEM: N-ethylmaleimida VI - MECANISMOS DE AÇÃO:
O 1º uso do H2O2 e.v. publicado no Lancet (1920 ), foi efetuado com sucesso por T. H. Oliver (médico inglês), e ocorreu na cidade de Busrah na Índia, numa pneumonia epidêmica, provocada pelo vírus da Influenza, em junho/julho de 1919. O índice de mortalidade era de mais de 80% com os tratamentos de rotina. Dr. Oliver tratou 25 pacientes críticos com infusões endovenosas de H2O2, onde 13 deles foram curados reduzindo assim a mortalidade para 48%.
Desde então, a administração venosa do H2O2 têm sido indicada para tratamentos de infecções: bactericidas, fungicidas, viricidas, protozoários, parasiticidas, para re-nutrir e re-oxigenar as células, na indução da produção de neutrófilos, na estimulação de liberação das enzimas Catalase, SOD-Superóxido Dismutase, Cytocromo C, Glutationa, Ubiquinona e a oxidação de imuno-complexos, etc., onde T. Ramazarma (1982) afirma na sua revisão da geração de H2O2 em biomembranas: “O H2O2 é uma molécula resultante do metabolismo celular e não pode ser esquecida como sendo um mero e indesejável subproduto da criação de ERTO’s - ( Espécies Reativas Tóxicas do Oxigênio). O H2O2 é produzido na maioria das membranas biológicas (celular, mitocondrial e nuclear), e nos peroxissomos, e outros. Isto é importante para a integridade da membrana e a regulação do transporte da membrana mediante a alteração da atividade da Na-K ATPase. Também confirmado por Garner Nh em 1984. Segredos: O Cytocromo C encontrado na corrente sangüínea e nos espaços inter e extra-celulares, mistura-se com o H2O2 antes deste se transformar (dismutar) e por cerca de 30/40 minutos o Cytocromo C começa a agir com Catalase transformando o H2O2. O que ocorre, obviamente, neste momento, é parecido um pouco com a ação de fervura da Catalase. Não é algo simples, pelo contrário, é muito complicado, pois nas células vermelhas sozinhas o Oxigênio e o H2O2 envolvem-se em todos os tipos de metabolismo. Neste momento o Peróxido Hidrogênio tem que estar vivo e ativo lá. Este não é o mesmo fenômeno que ocorre nas células brancas e nas plaquetas.
O Peróxido de Hidrogênio faz ainda o papel, de um mensageiro secundário em diversas vias hormonais, por ex.: - a geração de peróxido no útero é estrógeno dependente e essencialmente necessário para a produção de progesterona; - a iodinação da tireoglobina e a síntese da tiroxina requerem ambas a presença da peroxidase, H2O2 e iodo, confirmado nos estudos de Wildberger E, et al em 1986; e Minotti G and Aust SD em 1987 - a tiroxina aumenta e o hipotireoidismo diminui a produção de H2O2 em estudos de mitocôndrias do fígado, efetuados em 1985 por Swaroop A. e Ramazarma T.; - peróxido de hidrogênio tem ação insulino-mimética e atua como um sítio possibilitador da membrana plasmática para induzir o transporte da glicose. Finney JW, Jay BE, Race GJ, et al em 1966 e comprovado por Nelson DH e Murray DK em 1987. Estudos recentes encontraram a ação insulino-mimética do H2O2 envolvendo mecanismos comuns com links de geração das espécies ativas do Oxigênio, devido ao potencial redox das células na ativação das proteinases. Isto ajuda na regulação do controle metabólico por causa da modificação proteíca com alteração das atividades enzimáticas.
c) Controle termogênico: Aparece sendo exercido por causa da ação do Peróxido de Hidrogênio na mitocôndria. Os níveis de H2O2 são gerados por um número de substratos. Flavoproteínas que convergem (transformam) a ubiquinona e esta por sua vez forma um elo de ligação entre a geração de H2O2 com a cadeia respiratória.
d) A noradrenalina, a tiroxina e o frio estimulam o sistema de geração de calor , e este ( calor ) por sua vez aumenta a taxa de produção de H2O2 que é dependente dos receptores alpha-adrenérgicos que também controlam a termogêneses “non-shivering”( sem calafrios/arrepios ).
GRÁFICO : trabalho de Charles H. Farr The Therapeutic use of intravenous Hydrogen Peroxide.
e) Equilíbrio eletrolítico: O equilíbrio do íon férrico (Fe+++) e do íon ferroso (Fe++), no organismo é crítico para suportar a peroxidação lipídica da membrana celular. Isto foi bem demonstrado pela proporção de Fe3/Fe2 quando alteradas de 1:1 para 8:1; condição ótima pra causar a formação dos radicais OH e a conseqüente peroxidação lipídica (dano na membrana). Em proporções acima ou abaixo desses níveis não ocorre peroxidação lipídica. A infusão terapêutica e.v. de H2O2 aumenta a concentração sangüínea de H2O2, e as proporções de Fe2/Fe3 são mantidas acima de 8:1 pela oxidação do excesso de Fe2 (ferroso) . O Ferro oxidado passa então para o estado férrico. Só isto já faria do H2O2 um protetor de membranas ( antioxidante?).
O principal mecanismo de ação da terapia de quelação por EDTA é a redução dos danos dos RL e a peroxidação lipídica, pela complexação do EDTA com o Fe2(ferroso) que ajuda na manutenção da proporção de ferrico/ferroso acima de 8:1 .
Esta é razão pela qual eu só faço QUELAÇÃO com H2O2.
f) H2O2 é um ativador dos Neutrófilos, incluindo a agregação de Imunoglobulinas, ativando componentes do Complemento, dos Imuno-complexos ou os Peptídeos bacterianos.
GRÁFICO DA AÇÃO BACTERICIDA DO H2O2
Isto pode explicar os efeitos clínicos benéficos observados pelo uso da Vitamina C nas reações inflamatórias e a sua ação protetora contra as infecções agindo através da geração de H2O2.
Não existe evidências de que o H2O2 seja o agente iniciador da peroxidação lipídica microssomal, pois a modificação da enzima (Na-K) – ATPase pelo peróxido também contribui para um aumento da taxa metabólica.
Charles H. Farr comprovou, que em qualquer amostra de sangue tirada durante ou depois da infusão de Peróxido de Hidrogênio, é consistente a mudança na cor e formação da oxihemoglobina. Numerosos perfis sangüíneos foram minuciosamente estudados, após a infusão de H2O2. Embora pesquisas anteriores não mostrassem mudanças de elementos sangüíneos e nem de certos constituintes químicos, exceto quando injetado diretamente nas artérias da carótida, onde consistentes mudanças foram relatadas uma hora depois da infusão, de 250 ml de H2O2 à 0,15%, onde foi notada alterações entre 2 e 10% de alguns constituintes sangüíneos: Sódio, Potássio, Cloro, Ácido Úrico, Calcio, Fósforo, Proteínas Totais, Bilirubina Total, Fosfatase Alcalina, HLD, Ferro e Globulina. Pacientes monitorados, 24 horas depois, tiveram os níveis dos constituintes sangüíneos normalizados aos valores da pré-infusão.
Algumas das atividades biológicas imunizantes “mortais”do H2O2 foram atribuídas à produção de Gama-interferon. A produção do Gama-interferon pelas células N K humanas e os monócitos são estimuladas pelo H2O2. Ambos: endógeno e hexógeno, o H2O2 aparece parcialmente responsável pela imuno-regulação do nosso organismo. Aqui se cria aquilo que eu chamaria de uma especie de auto-cumplicidade e, um círculo vicioso entre os dois (H2O2 e Interferon) pois o Interferon estimula a produção/liberação de H2O2, e este estimla a produção de G-Interferon pelas NK cells, e isto foi publicado no Journal of Interferon Research vol. 3, number 2 p.143-151 de 1983. Esta é outra função IMPORTANTE !!! As taxas de modificação da saúde; a estáse e a úlcera venosa; a doença oclusiva periférica; a isquemía do miocárdio e a doença vascular cerebral, todas elas melhoraram depois de tratadas com infusões repetidas de H2O2 i. a. ou e.v.
Uma única molécula de catalase pode decompor 100.000 moléculas de H2O2 em apenas um segundo. “Isto faz esta maravilha chamada água oxigenada agir também de forma catalítica onde a massa ínfima de diástase reage sobre a massa considerável de substrato” ( J. Treiger em: Leis Químicas da Imunidade, segundo o conceito Koch ; pág 77-1999 ) O H2O2 é antes de tudo um estimulador de MACRÓFAGOS na liberação de TNF -( Fator de Necrose Tumoral ), que vai destruir células cancerosas e infectadas por virus (HIV etc) VII -EFEITOS FISIOLÓGICOS E METABÓLICOS DO H2O2:
São numerosos os efeitos fisiológicos atribuídos ao Peróxido de Hidrogênio e maciçamente documentados na literatura médica.
Sistema Pulmonar: aumenta a oxigenação e aeração pulmonar: tem sido relatado um aumento da oxigenação de até 12 atmosferas em tecido pulmonar após as infusões tanto e.v. quanto i.a. de H2O2; debridamento alveolar: isto ocorre devido à ação do oxigênio extra gerado pela dismutação do H2O2 e.v. pois este se difunde nas veias pulmonares até o espaço alveolar. O oxigênio difuso retrógrado destrói (lisa) as bactérias do muco e outros materiais acumulados nos alvéolos, removendo-os e provocando assim a expectoração e a melhora do paciente tratado.
Taxa Metabólica: Efeito hormonal: foram registrados diversos efeitos hormonais que são regulados pela ação imediata da infusão do H2O2 e.v. a iodinização da tireoglobina; produção de tironina; produção de progesterona; inibição das bioaminas; dopamina, noradrenalina e serotonina; síntese de prostaglandinas; metabolismo da dopamina; regulador do transporte (membranal) do Cálcio.
Estimulação oxidativa
b) Efeitos da Estimulação do Sistema Enzimático Oxidativo: o H2O2 estimula direta e indiretamente este sistema. Descobriu-se que, quantidades micromolares de H2O2 em infusão e.v. aumentam a atividade enzimática oxidativa a um nível máximo de reação. Esta estimulação enzimática influencia diversos caminhos metabólicos diferentes:
aumento da oxidação do GSH para GSSG, com o consequente aumento da produção de ATP (principalmente a nível de membrana mitocondrial , mais especificamente na face externa desta membrana conforme comprovação nos trabalhos de William Frederick koch ) ; ativa o desvio (shunt) da hexose-monofosfato; altera a atividade da enzima Na-K-ATPase; regula o transporte da membrana celular e mitocondrial ; regula o controle termogênico. Reação Cardio-vascular:
1 ) Vasodilatação:
a) dilatação dos vasos periféricos;
b) dilatação dos vasos coronarianos;
c) reação de relaxamento aórtico (Aortic, Strip relaxation response);
d) dilatação de arteríolas cerebrais;
e) relaxamento arterial pulmonar.
2- Vasoconstrição:
Efeito na Hipertensão Essencial;Vasoconstrição periférica é raríssimo mas não é impossível e pode ocorrer até em pacientes normo-tensos com concentrações iguais ou menores de 0.0375% de H2O2 com um aumento não significante da pressão arterial média. São os chamados pacientes HIPERSENSÍVEIS.
a)Reações Cardíacas:
diminui o débito cardíaco; diminui a resistência vascular; aumenta a força contrátil cardíaca; aumenta o volume de contração; aumenta o índice cardíaco; aumenta o rendimento cardíaco. melhora os batimentos da musculatura cardíaca. Utilização da Glicose:
o H2O2 imita a função da insulina (insulinomimético); ele aumenta a produção de glicogênio a partir da glucose; a Diabetes Méllitus tipo II é estabilizada com infusões de H2O2. Resposta Granulocítica:
Diminui os granulócitos sangüíneos (dosado 24 horas após a infusão e.v.); resistência secundária após exposição ao H2O2; alteração da relação T4/T8 com conseqüente aumento de células auxiliares (T-4 Helper cells). Resposta Imune:
Estimula monócitos; estimula células T-Helper cells ( auxiliares); estimula a produção de Gama-interferon; diminui a atividade das células B; responsável pela imuno-regulação; regula as reações inflamatórias. Desintoxicação Oxidante: Farr descreve os efeitos biológicos observados com infusão do H2O2 e.v. Por ser um “oxidante poderoso” vai atuar atacando igualmente as substâncias tóxicas e não tóxicas, e este é o outro papel totalmente à parte da sua principal função : fornecedor de Oxigênio às células e aos líquidos extra celulares. Os benefícios de oxidação incluem a oxidação dos lipídeos nas paredes dos vasos para reverter a arteriosclerose e combater o colesterol. – Desfarçadamente isto não sería QUELAÇÃO?
VIII - TRABALHOS CIENTÍFICOS PUBLICADOS
DE H2O2 e.v.:
“Nenhum outro componente químico se assemelha ao H2O2 na sua importância para a vida na terra”. William Capbell Douglas M.D.
Numerosos estudos in-vitro e in-vivo evidenciaram o potencial bactericida, fungicida, parasiticida, viricida e a lise de certos tipos de células tumorais em culturas do H2O2. A terapêutica benéfica de infusões e.v. de H2O2 em pacientes com alguma das infecções e/ou tumores encontrados, podem ser clinicamente documentados. Entretanto, não podemos esquecer que somente profissionais habilitados e/ou médicos cientificamente preparados para esta terapia, deverão exercê-la.
Nunca esquecer que as inofensivas substancias em mãos incompetentes transformam-se em venenos perigosos enquanto que drogas perigosas em mãos experientes tornam-se terapêuticas
EVIDÊNCIAS EM PESQUISAS :
1-Tema: “Penicillium” ( Penicillium Notatin ) General Biochemistry, Fruton & Simmonds 577.1 F 944 p. 339 “Since the oxidation of glucose by O2 in the presence of penicillium notatin results in the formation of bactericidal amounts of H2O2”.
2- Tema: “Hydrogen Peroxide Mediated Killing of Bacteria” Molecular & Cellular Bioqumistry 49 , 143-149 (1982) Polimorphonuclear leukocytes (PMN) or neutrophils have multiple sustems avaible for killing ingested bacteria. Nearlu each of these incorporates H2O2 indicating the essential nature if this reactive oxygen intermediate for microbicidal activity “. These , mechanism appear important since deficiencies of H2O2 production, myeloperoxidase or lactoferrin frequently increases their owner’s susceptibility to infection “.
3-Tema: “Interferon “ ( INF ) Journal of Interferon Research vol. 2 Number 2 de 1983 p. 143-151.
4-Tema: “Hydrogen Peroxide Release from Humam Blood Platelets” de Alessandro Finazzi-Agro , Institute of Biochemistry, University of Rome, Biochimica et Biophysica Acta, 718 ( 1982) p. 21-25 .
5- Tema: “Cell Division in Normal and Transformed Cells: the possible role of Superoxide and Hydrogen Peroxide “. Oberley , Oberley and Buettner . Medical Hypotheses 7: p.21-42 ( 1981)
6-Tema: “Removal of Cholesterol and Other Lipids from Experimental Animal and Human Atheromatous Arteries by Dilute Hydrogen Peroxide”. James W. Finney , M.A., George A. Balla, M.D. , F.I.C.A. , U.S.P.H.S. Grants e outros da Baylor Univesity Medical Center , Dallas – Texas
7-Tema: “Generation of H2O2 in Biomembranes”. T. Ramasarma : Biochimica et Biophysica Acta 694 (1982) p.69-93 Elsevier Biomedical Press, Department of Biochemistry, Indian Institute of Science , Bangalore 560 012
8-Tema: “Killing of Blood-Stage Murine Malaria Parasites by Hydrogen Peroxide”- Infection and Immunity. Jan 1983 p. 456-459
9-Tema: A Radical Interpretation of Immunity to Malaria Parasites” The Lancet Dec. 25, 1982 p. 1431-1433.
10-Tema: “Free Oxygen Radical Generators as Antimalarial Drugs” The Lancet Jan.29, 1983 p. 359-360.
11-Tema: “Influenzal Pneumonia : The Intravenous Injection of Hydrogen Peroxide. 1) Hydrogen peroxide can be given intravenously without gas embolism being produced . 2) The anoxaemia is often markedly benefited. 3) The toxaemia appears to be overcome inmany cases. The Lancet , feb. 21 , 1920. Drs T. H. Oliver & D.V. Murphy.
12-Tema: “The effect of Hydrogen Peroxide on the Ehrlich Carcinoma in Laboratory Mice”: St. Thomas Institute, Cincinnati- Ohio; Nov 15, 1982
13-Tema: “The Supersaturation of Biologic Fluids With Oxygen by the Decomposition of Hydrogen Peroxide” – Jay, Finney, Balla, & Mallans ( Baylor University ) Texas Report Biology & Medicine , 22;106. - 1964.
O H2O2 comprovadamente elimina:
Bactérias:
- Legionella Pneumóphila – Jepras, RI and Fitzgeorge RB: The Effect of Oxygen-dependent Antimicrobial Systems on Strains of Legionella Pneumophila of Difference Virulence. J Hyg(Lond) 1986;97 (I):61-9
- Treponema Pallidum – Steiner BM, Wong GH, Sutrave P, et al: Oxygen Toxicity in Treponema Pallidum: Deoxyribonucleic Acid Single-stranded Breakage Induced by Low of Hydrogen Peroxide. Can J Microbiol 1984; 30(12): 1467-76
- Escherichia Coli – Brandi G, Sestili P, Pedrini MA, et al: The Effect of Temperature or Anoxia on Escherichia Coli ICIling Induced by Hydrogen Peroxid. Mutat Res 1987; 190(4): 23740
- Salmonella Typhimurium – Mycobacterium Leprae – Klebanoff SJ and Shepard CC: Toxic Effect of the Oeroxidase-hydrogen peroxide- halide Antimicrobial System on mycobacterium leprae. Infect Immun 1984; 44(2): 534 à 536
- Staphylococcus Auerus – Wilson CB and Weaver WM: Comparative Susceptibility of Group B Streptococci and Staphylococcus aureus to Killing by Oxygen Metabolites. J Infect Dis 1985; 152(2): 323-9
- Pseudomonas Aeruginosa – - Campylobacter Jejuni – Moran AP and Upton ME: Effect of Medium Supplements, Illumination and Superoxide Dismutase on the Production of Coccoid Forms of Campylobacter Jejuni ATCC29428. J Appi Bacteriol 1987; 62(I): 43-51
- Salmonella Typhi – Looney RJ and Steigbiger RI: Rofe of the VI Antigen of Salmonella Typhi in Resistance to Host Defense In Vitro. J Lab Clin Med 1986; 108(5): 506-16
- Group B Streptococci – Wilson CB and Weaver WM: Comparative Susceptibility of Group B Streptococci and Staphylococcus aureus to Killing by Oxigen Metabolites. J Infect Dis 1985; 152(2): 323-9
- Bacillus Cereus – Tenovuo J, Makinen & Sievers G: Antibacterial Effect of Lactoperoxidase and Myeloperoxidase Against Bacillus cereus. Antimicrob Agents Chemother 1985; 27(I): 96-101
- Actinobacillus Actinomycetem Comitans – Miyasaki K-T, Wilson ME, Genco RJ: Killing of Actinobacillus actinomycetemcomitans by the Human Neutrophil Mycloperoxidase-hydrogen peroxide-chloride System. Infect Immun 1986; 53(I): 161-5
- Bacteróides – Rotstein OD, Nasmith PE, Grinstein S: The Bacteroides By-product Succinic Acid Inhibits Neutrophil Respiratory Burst by Reducing Intracellular pH. Infect Immun 1987; 55(4):864-70
- Neisseria Gonorrhea – Archibald FS and Duong MN: Superoxide Dismutase and Oxygen Toxicity Defenses in the Genus Neisseria. Infect Immun 1986; 51(2): 631-41
Fungos:
- Histoplasma Capsulatum – Howard DH: Studies on the Catalase of Histoplasma Capsulatum. Infect Inimun 1983; 39(3): 1161-6
- Candida Albinsca – Sasada M, Kubo A, Nishimura T, et al: Candidacidal Activity of Monocyte-derived Human Macrophages; Relationship between Candida Killing and Oxygen Radical Generation by Human Macrophages. J Leukocytc Biol 1987; 41(4): 289
- Coccidioides – Schaffner A, Davis CE, Schffner T, et al: In Vitro Susceptibility of Fungi to lulling by Neutrophil Granulocytes Discriminates Between Primary Pathogenicity and Opportunism. ] Clin Invest 1986; 78(2) 511-24
- Paracoccidiodes - Schaffner A, Davis CE, Schffner T, et al: In Vitro Susceptibility of Fungi to lulling by Neutrophil Granulocytes Discriminates Between Primary Pathogenicity and Opportunism. ] Clin Invest 1986; 78(2) 511-24
- Blastomyces - Schaffner A, Davis CE, Schffner T, et al: In Vitro Susceptibility of Fungi to lulling by Neutrophil Granulocytes Discriminates Between Primary Pathogenicity and Opportunism. ] Clin Invest 1986; 78(2) 511-24
- Sporothrix - Schaffner A, Davis CE, Schffner T, et al: In Vitro Susceptibility of Fungi to lulling by Neutrophil Granulocytes Discriminates Between Primary Pathogenicity and Opportunism. ] Clin Invest 1986; 78(2) 511-24
- Mucoraceae - Schaffner A, Davis CE, Schffner T, et al: In Vitro Susceptibility of Fungi to lulling by Neutrophil Granulocytes Discriminates Between Primary Pathogenicity and Opportunism. ] Clin Invest 1986; 78(2) 511-24
- Aspergillus Fumigatus – Levitz SM and Diamond RD: Mechanisms of Resistance of Aspergillus fumigatus Conidia to Killing by Neutrophils In Vitro.J.Infect Dis 1985;152(I):33-42
- Coccidioides Immitis – Gaigiani J N: Inhibition of Different Phases of Coccidiodides immitis by Human Neutrophils or Hydrogen Peroxide. J Infect Dis 1986: 153(2): 217-22
Parasitas:
- Pneumocystis Carinii – Pesanti EL: Pncumocystis Carinii: Oxygen Uptake, Antioxidant Enzymes, and Susceptibility to Oxygen-mediated Damage. Infect Immun 1984; 44(I): 7-11
- Plasmodium Yoelii – Brinkmann V, Kaufmann SH, Simon MM, et al: Role of Macrophages in Malaria: 02 Metabolite Production and Phagocytosis by Spienic Macrophages During Lethal Plasmodium berghci and Self-limiting Plasmodium yoelii Ingection in Mice. Infect Inunun 1984; 44(3): 743-6
- Plasmodium berghei – Brinkmann V, Kaufmann SH, Simon MM, et al: Role of Macrophages in Malaria: 02 Metabolite Production and Phagocytosis by Spienic Macrophages During Lethal Plasmodium berghci and Self-limiting Plasmodium yoelii Ingection in Mice. Infect Inunun 1984; 44(3): 743-6
- Toxoplasma Gondii - Murray HW: Cellular Resistance to Protozoal Infection. Annu Ver Med 1986; 37: 61-9
- Nipostrongylus Brasiliensis – Paget TA, Fry M, Lloyd D: Effects of Inhibitors on the Oxygen kinetics of Nipostrongylus brasiliensis. Mol Biochem Parasitol 1987; 22(2-3): 125-33
- Naegleria Fowleri – Ferrante A, Hill NL, Abell TJ, et al: Role of Myeloperodase in the Killing of Naegieria fowleri by Lymphokine-altered Human Neutrophils. Infect Immun 1987; 55(5): 1047-50
- Leishmania Major – Passwell JH, Shor R, Gazit E, et al: The effects of Com A-induced Lymphokines from the T-lymphocyte Subpopulations on Human Monocytc Leishmaniacal Capacity and H2O2 Production. Immun 1986; 59(2): 245-50
- Schistosoma Mansoni – Razura JW, de-Brito P, Rabbege J et al: Role of Granulocyte Oxygen Products in Damage of Schistosoma mansoni Eggs In Vitro. J Clin Invest 1985; 75(4): 1297-307
- Chlamydia Psittaci – Rothermel CD, Rubin BY, Jaffe EA, et al: Oxygen-independent Inhibition of Intracellular Chiamydia psittaci Growth by Human Monocytes and Interferon-gamma-activated Macrophages. J Immunol 1986; 137(2): 689-92
- Trichomonas Vaginalis – Trypanosoma Cruzi – Wirth JJ, Kierszenbaum F, Sonnenfeld G et al: Enhancing Effects of Ganima Interferon on Phagocytic CellAssociation with and Villing of Trypanosoma cruzi. Infect Immun 1985; 49(I): 61-6
- Endameba Histolytica – Ghadirian E, Somcrficid SD, Kongshavn PA: Suscetibility of Entamoeba Histolytica to Oxidants. Infect Immun 1986; 51(I): 263-7
Vírus:
- Human Immunodeficiency Virus – Murray HW, Scavuzzo D, Jacobs JI, et al: In Vitro and In Vivo Activation of human mononuclear Phagocytes by Interferon-gamma. Studies with Normal and AIDS Monocytes. J Immunol 1987; 138(8): 2457-62
- Cytomegalovirus - Murray HW, Scavuzzo D, Jacobs JI, et al: In Vitro and In Vivo Activation of human mononuclear Phagocytes by Interferon-gamma. Studies with Normal and AIDS Monocytes. J Immunol 1987; 138(8): 2457-62
- Lymphocytic Chorriomeningitis Virus – Podopiekina LE, Shutova NA, Fyodorov YuV: Influence of Several Chemical Reagents on Lymphocytic Choriomeningitis and Tacaribc Viruses. Virologie 1986; 37(I): 43-8
- Tacaribe Virus - Podopiekina LE, Shutova NA, Fyodorov YuV: Influence of Several Chemical Reagents on Lymphocytic Choriomeningitis and Tacaribc Viruses. Virologie 1986; 37(I): 43-8
Tumores:
- Ehrlich Carcinoma – Doroshow JH: Role of Hydrogen Peroxide and Hydroxyl Radical Formation in the Filling of Ehrlich Tumor Cells by Anticancer Quinones. Proc Natl Acad Sci USA 1986; 83(12): 4514-
- Neuroblastoma – Zaizen Y, Nak-agawara A, Ikeda K-Patterns of Destruction of mousc Neuroblastoma Cells by Extracellular Hydrogen Peroxide Formed by 6-hydroxydopamine and Ascorbate. J Cancer Res Clin Oncol 1986; 111(2): 93-7
IX - INDICAÇÕES:
O H2O2 e.v. é usado em condições de reação aguda, na: Influenza, Herpes Zoster (Zona), Reações Asmáticas, Bronquites, etc. devido ao seu efeito direto matando os microorganismos ou pelo sua eficaz atuação no vasoespasmo ou broncoespasmo. O grande efeito pulmonar para regular ou modificar a resposta imune é devido à ativação celular ou modificação da disfunção imune, como nas contaminações por EBV (Epsten Barr Vírus), Cândida, HIV, Diabetes tipo II, CMV (Citomegalovirus), Herpes Simplex, DPOC, Doenças Vasculares, Artrites, e outras, sendo um importante agente auxiliar terapêutico para qualquer médico.
Condições em que o uso da terapia e.v. de H2O2 é efetivamente competente, variando apenas os seus resultados conforme a investigação clínica são:
Doença Vascular Periférica;
Doença Vascular Cerebral;
Mal de Alzheimer;
Doença Cardiovascular;
Espasmo Coronário – Angina Pectoris;
Cardioconversão;
Arritimias Cardíacas;
Doença Pulmonar
Obstrutiva Crônica – CPOD;
Enfizema;
Asma;
Influenza (gripes);
Herpes Zoster;(zona ou cobreiro )
Herpes Simplex;
Arterite Temporal;
Cadidíase Crônica Sistêmica;
Infecção Recorrente Crônica por EBV;
Diabetes tipo II;
Infecção do HIV;
Carcinoma Metastático;
MS - Esclerose Múltipla ;
ELA - Esclerose Lateral Amiotrófica ;
Psoríase ;
Artrite Reumatóide;
Infecções Virais agudas e crônicas – Hepatites;
Infecções Baterianas (resistentes) crônicas - (unresponsive);
Infecções Parasitárias – (Giardia)
Mal de Parkinson;
Migranhas
Enxaquecas (Headaches);
Dores de Cabeça (Cluster);
Dor de Cabeça Vascular (múltiplas etiologias);
DORT – LER;
Fibromialgia;
Reações Alérgicas ao Meio Ambiente (universal);
Mal de Chagas;
Cirrose Hepática;
Nefropatias;
Síndrome Fadiga Crônica;
Esteatose Hepática;
Ciatalgias;
S.P.P. – Síndrome Psicogênica Primária;
Lúpus;
Sífilis;
IX - CONTRAINDICAÇÕES:
1 - Específicas:
está totalmente contraindicada a infusão do Peróxido de hidrogênio, para gestantes até o quarto/quinto mês de gestação, e parcialmente nos demais meses, devido à vasodilatação provocada também na barreira placentária, permitindo a passagem de macromoléculas, nem sempre benéficas ao feto. Doença Granulomatosa Crônica (CGD), e, nas Desordens de Estabilidade da Membrana Celular. Ex.: ANEMIAS;
d) no Diabetes tipo I , por sua ação insulino-mimético .
Efeitos Colaterais: Os efeitos colaterais relatados com maior freqüência são observados com uso do H2O2 em soluções acima de 3% ou nas:
Vasculites: ocorre principalmente quando a infusão do H2O2 se faz numa veia de pequeno calibre ou suas tributárias. O pouco volume sangüíneo circulante faz com que a concentração de H2O2 seja um fator de irritação do endotélio. Este fenômeno ocorre em pacientes cuja freqüência de infusões é obrigatoriamente e repetidamente maior que o normal.
A parede endotelial e as células da musculatura lisa contém muito pouco ou quase nada de catalase, que os tornam mais sensíveis aos efeitos do H2O2. Esta presença numa concentração crítica de H2O2 e sua ação cytolítica podem causar vasculites (flebites). Isso é importante para considerarmos não só a concentração correta da solução de H2O2, como também a espessura e o tamanho da veia onde será aplicada a infusão. Esta reação, raríssimamente ocorre numa grande veia, ex: a antecubital, radial, safena, etc., quando administrado infusões em proporções normais.
Numa concentração cytolítica, as células aumentam (incham), se intoxicam e morrem. O exato mecanismo pelo qual o H2O2 é cytotóxico ainda não está bem definido (estudado), no entanto, estudos recentes têm revelado que a adição de 0,5 mg de Manganês na solução endovenosa, tornou-se efetivo para o controle do prejuízo endotelial causado pela solução de H2O2. Já foi descrito também que 6 horas após a infusão, não mais existe quaisquer sinais microscópicos da cytotoxidade provocada pela solução de H2O2.
Dicas na aplicação de H2O2:
Usar H2O2 somente por via ENDOVENOSA e nos MEMBROS SUPERIORES por dois motivos básicos, um deles sería devido a possibilidade da atividade FIBRINOLÍTLICA ser mais intensa nas veias que nas artérias. O outro sería devido a atividade FIBRINOLÍTICA ser maior nas veias dos braços que nas veias das pernas . Esto é justificado pelo resultado das diferenças do nível de PLASMINA, onde existe a variação da quantidade e da qualidade de plasmina é diferente em cada uma das diferentes regiões do corpo ; com respostas mais favoráveis quando se respeita a indicação acima . A aplicação de calor no local da vasculite, pode fazer a reação mais severa, uma vez que o calor aumenta a velocidade do índice da maioria das reações bioquímicas. Aqui não será diferente, uma vez que o Peróxido de Hidrogênio realizará as duas únicas reações da química: oxidação e/ou redução. 3. Recomendamos o uso e a rotatividade entre as veias de maior calibre e a alternância entre os braços para tratamentos longos.
4. Todos os medicamentos, drogas ou mesmo os nutrientes “suplementos”, deverão ser suspensos no dia da infusão, pois, muitos são os causadores das vasculites.
Curiosidades:
Alguns pacientes relatam que houve um esbranquiçamento do vaso sangüíneo, onde está sendo feito a infusão, sem nenhum comprometimento doloroso.
O H2O2 é um alvejante
A solução de H2O2 endovenosa à 20% de concentração atrasa a coagulação sangüínea mas, reduz o tempo hemorrágico em 50%.
Cuidados deverão ser tomados com pacientes no uso de anti-coagulantes, (usar o mínimo possível) apenas por questões preventivas, uma vez que não temos dados disponíveis de pesquisas clínicas para esses pacientes.
4. A vantagem do H2O2 sobre a OHB (Câmara Hiperbárica) faz sentido pelo custo financeiro comparado entre os dois tratamentos; segundo, enquanto a OHB só consegue manter o organismo até 3 atmosferas de pressão e por tempo limitado, o H2O2 pode elevar e manter esta pressão em até 12 atmosferas, por tempo indeterminado e sem nenhum efeito colateral para o paciente; e, sem falar que o H2O2 é extremamente seguro, quando criterioso e corretamente aplicado.
Fenômenos Alérgicos:
Ocasionalmente aparecem na pele, riscas acompanhando a rota do vaso sangüíneo e placas ou discos sobre o ponto da infusão. Não foi identificado nenhuma relação entre o fenômeno (vermelhidão) superficial com a vasculite descrita acima. Este fenômeno ocorre raramente e tem sido observado na proporção de 1 para cada 50 infusões em concentrações maiores que 0,0375%, e somente UMA para cada 500 infusões, em concentrações menores ou iguais a 0,0375%.
Desconforto Toráxico:
Alguns pacientes relatam o aparecimento ocasional de um certo tipo de desconforto no peito, como um vazio, raramente associado à um sentimento de respiração curta ou de pouco ar nos pulmões. Se isto ocorrer com severidade, é necessário a interrupção da infusão. Se broncodilatadores estiverem sendo usados, deverão ser suspensos por no mínimo 01 (um) dia de antecedência da infusão de H2O2.
Dor local:
A dor no local da infusão é também relatada ocasionalmente. Esta dor é descrita como uma dor paralisante cerebral, e mais provavelmente igual a um vaso-espasmo. Em raras ocasiões, quando é usado o braço para infusões, a dor pode se estender do ponto de infusão até um local abaixo da área antecubital, subindo para dentro da área do deltóideo.
Reduzindo-se o rítmo ou a velocidade da infusão, diminui-se o calor e o ardor. Caso a dor permaneça, o melhor a fazer é mudar a posição da agulha, fazendo na mesma uma rotação, procurando deixar o bisel virado para o lúmen da veia. Se mesmo assim, a dor continuar, o melhor a fazer é retirar a agulha daquele local e recomeçar a infusão em uma outra veia.
Nossa experiência constatou que o ponto de penetração da agulha na veia, pode causar um fenômeno chamado vaso-espasmo-reflexo, ao longo do seu trajeto. As medidas acima, são suficientes para controlar ou superar este tipo de desconforto. Se usarmos o “Scalp” reparar que o bisel esteja sempre virado para o lúmen do vaso como descrito acima.
Reação tipo Herxheimer:
Muitos médicos relatam uma ocasional Herxheimer-reação quando tratam pacientes portadores de Candidíase Mucocutânea. Com as infusões de H2O2 os pacientes se queixam de náuseas, dores de cabeça, arrepios e febres que, foram aparecendo depois do primeiro, do segundo e às vezes do terceiro protocolo de tratamento. As melhoras desses pacientes ocorreram sem que houvesse qualquer intervenção do profissional médico. Nenhum paciente interrompeu ou descontinuou o tratamento por causa destas reações. Isto não tem rotina, nem consistência e não é previamente diagnosticàvel.
XI - TOXICIDADE:
Sendo o Peróxido de Hidrogênio um produto de intermediação do metabolismo, extensa e amplamente distribuído pelo corpo, e participando (mediando) um número significante de reações bioquímicas.
É o principal receptor de elétrons no corpo humano em várias reações RedOx.
Por tudo isto, serão necessários maiores conhecimentos sobre a química do H2O2 em segmentos de tecidos, de culturas de tecido, de bactérias, parasitas, fungos e/ou leveduras, protozoários, células sangüíneas, e mesmo células isoladas humanas, animais e de plantas.
Numerosos exemplos de trocas bioquímicas têm sido descritos na literatura médica, as quais são interpretadas como tóxicas ou danosas nos moldes (modelos) estudados. Clinicamente, não foi observado toxidez aguda, significativa, em muitas centenas de pacientes, alguns recebendo acima de 40 ou 50 infusões com concentrações acima de 0,3%.
Também, não foi observado nem documentado toxidez crônica ou de longo tempo, após múltiplas infusões, com duração de 2 anos de uso ininterrupto de H2O2.
Já houve caso de paciente que recebeu 3.600 ml de Peróxido de Hidrogênio e.v., a 15% num período de 10 dias, sem nenhum efeito colateral. Essa dosagem é aproximadamente 40 vezes maior do que a dosagem terapêutica recomendada. Outros estudos sugerem que doses 500 vezes menores do que o recomendado correntemente, ainda assim deverá trazer efeitos biológicos. Isto nos garante que a infusão venosa de H2O2 é extremamente segura e possui um largo e grande espectro terapêutico.
Consequentemente, a maioria das reações tóxicas referidas na literatura, só ocorrem em estudos In-vitro, e efetuadas em condições de laboratório podem não acontecer In-vivo por não possuirem nenhuma aplicação prática na clínica. Algumas das toxidades encontradas In-vitro, são:
peroxidação lipídica; Single strand DNA breakage; Cytotoxic (concentrations above 10 mMol) RBC hemolysis; Chromosomal Aberrations; Protein degradation; Glutathione Peroxidase depiction; Degradates cytocrome C; Platelet aggregation XII - PROTOCOLOS:
A fórmula de administração de H2O2 e.v. depende circunstancialmente de uma dosagem própria, da concentração usada, do volume a ser infundido e da velocidade ou rítmo de gotejamento da solução.
Preferencialmente respeitar a ordem descrita e usar soro fisiológico / água destilada / ringer lactato / soro glicosado a 5%. O Peróxido de Hidrogênio disponibilizado para uso medico está à 10 vol. ou 3% USP/NF de concentração do grau alimentar e é o ideal para uso endovenoso.
Alguns médicos ficam preocupados com a esterelização e conservação do produto na embalagem, esquecendo que, o H2O2 por si só já é auto-esterelizante para qualquer embalagem devido ao seu poder viricida, bactericida, fungicida e parasiticida.
Diluições próprias são simples: adicione 1 ml de peróxido de hidrogênio a 3% por cada 100 ml de soro a infundir.
250 ml soro............. 2,5 ml de H2O2 a 3% - de 1:00 a 1:30 h
500 ml soro............. 5,0 ml de H2O2 a 3% - de 1:30 a 3:00 h
Selecione uma veia de médio para grande calibre, na área antecubital ou radial e usar uma agulha fina ( scalp 23 ).
1) Protocolos e programas de infusões terapêuticas: a dosagem administrada é ditada pela experiência terapêutica e objetivos clínicos. O médico deverá considerar com objetividade o diagnóstico e estabelecer o tratamento apropriado.
De modo geral, uma patologia aguda nos levará a propor grandes volumes e concentrações, e um número de infusões mais freqüentes. A freqüência deverá ser mantida até que o problema agudo seja considerado estável, e só depois, ambos (freqüência e dosagem) poderão ser reduzidos. Um exemplo disso é o paciente com Influenza Aguda ou Herpes Zoster (Zona) que iniciará o protocolo de 500 ml de soro com H2O2 de 0,03% de concentração, diariamente, de 1 a 5 infusões, onde a melhora clínica será óbvia.
Ocasionalmente esses pacientes vão requerer uma suplementação de mais 5 protocolos de tratamento, particularmente nas infecções com tendência de se tornarem crônicas tal como as Herpes ou Hepatites.
O regime terapêutico para uma doença crônica, de baixa freqüência infecciosa, deverá requerer protocolos e programas com baixas doses e por um longo período de tempo. Ex.: exemplo de doença crônica com uma terapia de longo tempo são: Cadidíase, DPOC, Doença Oclusiva Periférica, EBV, HIV, Artrites e todas as Auto-imunes, Depressão, LER, etc.
Um planejamento típico, requer a administração de 100 à 250 ml com H2O2 à 3% de concentração, 1 a 2 vezes por semana. Depois do protocolo inicial entre 10 e 15 tratamentos, esperar por 30/60 dias usando antioxidantes orais, vitaminas C e E (tocoferol) para uma nova avaliação do quadro.
Dependendo da resposta, poderemos repetir outra série de mais 10 ou 15 tratamentos para depois fazermos outra reavaliação.
Uma alternativa é manter o paciente em tratamentos mensais ou bimensais por um ano, e reavaliá-lo nestas datas.
a) Infecção Pulmonar Aguda e Pneumonia por Influenza:
As infusões de Peróxido de Hidrogênio têm um efeito rápido tipo “alka-seltzer” no pulmão. Se o paciente tiver com os pulmões cheios e tossindo, a produção de muco (exsudato) vai aumentar imediatamente, provocando consequentemente a expectoração . E isto deverá ocorrer do começo ao fim de cada infusão no tratamento, o que é um bom presságio.
Esta sintomatologia só deverá acabar depois do tratamento completo. Se o paciente estiver afebril, o tratamento inicial deverá ser de 250 ml de soro com 2,5 ml de H2O2. Se estiver com febre no segundo dia, submetê-lo a um soro adicional de 250 a 500 ml de soro com H2O2 a 0,3% proporcional ao soro . O tratamento deverá permanecer por 2 ou 3 dias até que haja uma resposta desejada do organismo do paciente.
b) Doenças Pulmonares Crônicas:
DPOC, Bronquites, Bronquiectasias, Enfizemas. Em pulmões úmidos (cheios), teremos uma resposta melhor do tratamento com H2O2 e.v.. A resposta do Enfizema Pulmonar (úmido) ou da Fibrose Pulmonar é menos dramática. Aplique 250 ml adicionado com 2,5 ml de H2O2 à 3% semanalmente, durante 10 ou 15 semanas. Os efeitos serão dramáticos com expectoração inicial (tosse e catarro), e em seguida o paciente vai relatar um aumento da energia e uma melhora da respiração e da aeração pulmonar em 24 horas ou menos. O benefício de melhora do tratamento é progressivo e muito significativo até o 8º ou 10º protocolo consecutivo, platonizando a partir daí. Muitos pacientes preferem dar continuidade ao tratamento de manutenção mensalmente.
c) Reações Alérgicas, Asma, Sensibilidade Ambiental:
Por longo tempo, os pacientes se queixam de problemas de reações alérgicas sem uma resposta adequada com os tratamentos tradicionais. Regra geral, estes pacientes respondem rápida e satisfatoriamente depois de 2 ou 3 tratamentos endovenosos.
Nos pacientes mais complicados, programamos tratamentos semanais e por 10 semanas de duração. Efetuamos uma pausa de um mês e repetimos mais 10 tratamentos semanais.
Protocolo para esta programação deverá constituir entre 40 a 50 tratamentos, ou até conseguirmos alcançar o nosso objetivo – cura.
A maioria dos pacientes mostram melhora depois dos 10 primeiros tratamentos, e aqui existe o grande perigo de o paciente achar que está curado e não mais voltar para os tratamentos subseqüentes. Se o paciente após 40 tratamentos, não mostrar melhoras, encerrar com o tratamento.
d) Dor Aguda e Crônica – Enxaqueca :
A Angina, Dores de Cabeça, Vaso-espasmo, Dores de Tumor, ou Dores Neurológicas, freqüentemente mostram uma resposta fantástica no primeiro ou segundo tratamento.
Síndromes e dores crônicas deverão requerer de 8 a 10 protocolos e são aliviadas gradativamente, diminuindo paulatinamente a cada protocolo. Dores crônicas resistente tipo Nevralgia pós Herpética, podem não responder aos tratamentos, mas a resposta em Herpes Zoster é sempre satisfatoria.
e) EBV, CMV-Citomegalovirus, Cancer, HANSENÍASE HIV-AIDS, HERPES Simples, HPV, HEPATITES, PSORÍASE, LÚPUS, PÊNFIGO ( fogo selvagem ) e etc.:
Infecções agudas e graves requerem tratamentos diários, como dose de ataque , na primeira semana de 3 a 4 protocolos.
Infecções crônicas graves requerem tratamentos bi-semanais e de longa duração ( em média 40 protocolos ou mais ).
Respostas sintomáticas ocorrem depois de 1 ou 2 tratamentos, mas a titulação de anticorpos não mudará até ter sido completado de 10 à 30 protocolos.
Obs.: Psoríase , Lúpus , Pênfigo, CA, Hepatite, usar da Lisadoterapia e da Celuloterapia correspondentes de cada órgão ou sistemas, além da ISU, da ácido-mineraloterapia ( HCL ), e os oligosóis.
f) Isquemia Vascular Cerebral, Alzheimer, Demência Tóxica, Síndrome Psicogênica Primária , etc.:
O aumento da oxigenação cerebral talvez possa explicar o porque da reversão rápida dos sintomas muitas vezes alcançados pelos pacientes. A acuidade, a memória (recente e remota), a lembrança, o alerta e a cognição e ou