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A atividade física e o diabetes


31/08/2010 10:00


Índice das Principais Atividades dos

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BIOPLASTIA CORPORAL



Bioplastia O que é Bioplastia
Bioplastia de Glúteos Bioplastia de Glúteo
Bioplastia de Mão Bioplastia de Mão
Bioplastia de Panturrilha Bioplastia de Panturrilha
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Bioplastia de Nariz Bioplastia de Nariz
Bioplastia de Rugas Bioplastia de Rugas
Bioplastia no Contorno do Rosto Bioplastia no Contorno do Rosto

GERIATRIA E MEDICINA ANTIENVELHECIMENTO



Diabetes Diabetes
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Modulação Hormonal Modulação Hormonal
Nutrologia Nutrologia
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Pausas Hormonais Pausas Hormonais
Reposição Hormonal com Plantas Reposição Hormonal com Plantas

LIPOESCULTURA E CIRURGIA PLÁSTCA



Lipo de Abdômen Lipo de Abdômen
Lipo de Braço Lipo de Braço
Lipo de Coxa Lipo de Coxa
Lipo de Mama Feminina Lipo de Mama Feminina
Lipo de Mama Masculina Lipo de Mama Masculina
Lipo de Papada Lipo de Papada
Lipo de Púbis Lipo de Púbis
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Cuidados antes da Lipoaspiração Cuidados antes da Lipoaspiração
Cuidados depois da Lipoaspiração Cuidados depois da Lipoaspiração
Efeitos adversos da Lipoaspiração Efeitos adversos da Lipoaspiração
História da Lipoaspiração História da Lipoaspiração

MEDICINA ESTÉTICA



CeluliteCelulite
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Gordura Localizada Gordura Localizada
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Medicina Estética Medicina Estética
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Terapia Ortomolecular Terapia Ortomolecular
Tratamento Ortomolecular Tratamento Ortomolecular

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Dor Dor de Cabeça
Neuroendocrinologia Ortomolecular Neuroendocrinologia Ortomolecular
Neurofisiologia Clínica Neurofisiologia Clínica
Neurologia Neurologia
Neuropsiquiatria Ortomolecular Neuropsiquiatria Ortomolecular
Psiquiatria Ortomolecular Psiquiatria Ortomolecular

NEUROCIRURGIA



Neurocirurgia Neurocirurgia
Dor Tratamento da Dor

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Preocupamos-nos com a medicina ética apoiada nas diretrizes da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), do Conselho Regional de Medicina e do Conselho Federal de Medicina. Oferecemos o melhor aos pacientes através da pesquisa e do trabalho médico científico nacional e internacional.

Com a finalidade de esclarecer totalmente aos pacientes informamos:

Que as Especialidades Médicas pelas normas do Conselho Federal de Medicina são as estabelecidas pela Resolução CFM Nº 1.763/05 (http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2005/1763_2005.htm)

Que todos os médicos especialistas e suas especialidades constam nos sites: http://www.cadastronacionalmedico.org ou http://www.portalmedico.org.br/novoportal/index5.asp




A atividade física e o diabetes



No controle do diabetes mellitus é muito importante a conjunção de três fatores que irão compor a base do tratamento destes pacientes: 1 - as medicações (seja por via oral ou aplicações de insulina); 2 - alimentação; 3 - a prática de atividade física (exercícios físicos). Todos estes elementos devem receber uma atenção especial seguindo a orientação do médico assistente que irá adequar a prescrição segundo o perfil de cada paciente.

1) Quais os benefícios do exercício para os portadores de Diabetes?



Os benefícios são muitos, dentre eles, a diminuição da glicemia principalmente pelo aumento de sua utilização pelos músculos. A atividade física melhora a ação da insulina tornado-a mais eficaz, efeito que é bastante benéfico nos pacientes com diabetes tipo 2. Além disso, os exercícios ajudam no controle do peso e da pressão arterial, e na redução de colesterol e triglicérides no sangue. Esses efeitos levam a uma redução dos problemas cardíacos (infartos).

2) Qual é o melhor exercício?



Não existe o melhor exercício, existe o exercício que a pessoa tem maior afinidade, pois não adianta impor atividades que a pessoa não goste. No caso das crianças com diabetes tipo 1, o importante é incentivar atividades lúdicas e recreativas. Não se deve pensar em exercícios somente para obter um bom controle glicêmico, é preciso incentivar a criança a se tornar bastante ativa, deixando-a brincar com os amigos na escola, no clube, nos parques. Nos indivíduos adultos com diabetes tipo 1, e também naqueles com diabetes tipo 2, é importante uma avaliação médica que inclua o rastreamento de complicações vasculares (nos vasos dos olhos, rins, nervos periféricos e coração), pois a atividade física pode, em alguns casos, piorá-las. Neste sentido, é importante receber uma orientação individualizada das atividades físicas mais adequadas após essa avaliação médica.
Antes de iniciar qualquer atividade física, além de uma avaliação médica, é importante uma avaliação do condicionamento físico e cardiorrespiratório, e orientação nutricional.

3) Qual deve ser a freqüência, a duração e a intensidade dos exercícios?



Mais uma vez, esses dados serão orientados pelos profissionais de saúde que conhecem o paciente. No entanto, o paciente pode realizar o exercício quantas vezes por semana quiser, desde que esteja com um bom controle glicêmico e seja bem orientado. É boa norma ter o acompanhamento da equipe multiprofissional (médico, professor de educação física, nutricionista) para o sucesso do programa. Quanto à duração, vai depender do grau de condicionamento físico que cada um se encontra, mas não é necessário mais que uma hora por dia. Se a atividade ultrapassar esse tempo, é importante a ingestão de carboidratos durante a atividade, para se evitar uma hipoglicemia. Lembramos que deve ser realizada a automonitorização (ponta de dedo ou glicemia capilar) durante a atividade, caso ela dure mais que uma hora. Em relação à intensidade, deve-se respeitar a capacidade individual de cada um, sendo necessário realizar uma avaliação física antes do início do programa de exercícios como comentado acima.

4) Existe algum problema se a glicemia estiver muito alta (ou baixa) antes da prática do exercício?



No diabético tipo 1 usuário de insulina, sugere-se que deva ser evitada a atividade física se a glicemia estiver acima de 250 mg/dL com presença de cetona (cetonúria, medida na urina), pois pode desencadear uma cetoacidose diabética. Deve haver muita prudência se as taxas estiverem acima de 300 mg/dL, mesmo com cetonúria negativa, isto para todos os tipos de diabetes. Neste caso, é importante um contato com o médico assistente. Depois de recebida a orientação pode-se retornar aos exercícios. Se a glicemia estiver abaixo de 100 mg/dL antes do esporte, deve-se ingerir carboidratos. É uma boa norma manter à disposição uma quantidade de carboidratos para ingestão, se necessário. A dosagem em ponta de dedo após os exercícios é também importante, pois pode detectar hipoglicemias que ocorrerem mesmo após 2 a 3 horas do exercício.

Recomendações gerais:



• Alguns exercícios são contra-indicados se você possuir alguma complicação crônica, como, por exemplo: perda de sensibilidade nas pernas ou pés, problemas na retina, problemas no coração. É necessário, antes de iniciar a atividade, procurar um profissional de educação física e um médico, para indicar qual o melhor tipo de exercício recomendado.

• Procure fazer exercícios regularmente e de preferência no mesmo horário, todos os dias, se possível. Caso seja difícil, faça em dias alternados, de 30 a 40 minutos diários.

• Use tênis confortável, solado macio, com meias esportivas, mas preste atenção no elástico da meia, pois ele não pode estar apertando!

• Beba água antes e durante os exercícios.

• Leve um cartão de identificação contendo dados pessoais e de seu médico, e informações sobre como agir diante de uma situação de emergência (hipoglicemia).
Para o paciente com diabetes que toma insulina ou comprimidos:

• Faça um teste de glicemia antes de começar os exercícios;

• Se a glicemia estiver acima de 250 mg/dL e houver presença de cetona na urina, não faça exercício neste dia; se não houver cetona, você poderá fazer exercício;

• Coma algo se o nível ficar abaixo de 100 mg/dL;

• Leve sempre consigo algum tipo de carboidrato de ação rápida, como: balas, bolachas, açúcar líquido, etc.

• Se você toma insulina, evite aplicar nas partes do corpo mais exigidas durante o exercício, pois ela pode ser absorvida mais rapidamente.

• A glicemia pode estar diminuída horas depois de ter feito o exercício, o ideal é que você faça um teste ou mais testes após o exercício.

• O exercício físico deve fazer parte do seu tratamento!



Fonte: Physical Activity/Exercise and Diabetes. Diabetes Care 27:S58-S62, 2004 – Autor: Dr. André Fernandes Reis.
 

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