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Obesidade


18/01/2011 10:00

Obesidade


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O que é obesidade?

Por caracterização, a obesidade significa um excesso de gordura corporal, ou seja, ingere-se mais calorias do que o necessário diariamente De acordo com um levantamento do IBGE ( Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) , 40% da população brasileira está fora do peso. São cerca de 38,6 milhões de pessoas com peso acima do ideal, e destes, 10,5 milhões são obesos. Infelizmente não existe milagre e nem mágica para emagrecer e um dos fatores mais importante nesta tarefa estão ligados à motivação, auto estima e, principalmente, à maneira como o individuo lida com seus problemas do cotidiano.

Quais os tipos de obesidade e como saber se o aumento de peso condiz à obesidade?

Há uma diferença entre estar acima do peso e ser obeso. Para verificar o problema, a Organização Mundial da Saúde (OMS) determina uma medida. O Índice de Massa Corporal (IMC) deve ser calculado. Com a fórmula, peso dividido por 2 vezes o valor da altura, o mesmo que, ( peso / (altura) 2 ), o resultado deve estar entre 18,5 e 25, acima deste valor, a massa corporal já se encontra fora do ideal. Se o valor ultrapassar o IMC de 30, o caso já é de obesidade , e se o resultado for igual a 40 ou maior, o caso ainda é mais preocupante, pois se trata da obesidade mórbida , estágio que a doença prejudica a outros aspectos da saúde, podendo provocar problemas de hipertensão (aumento da pressão arterial), doenças cardíacas, circulatórias, entre outras.

A doença pode se desenvolver de 2 formas, como obesidade andróide, casos em que a gordura se concentra no abdômen, mais conhecida como tipo maçã, é ela que está associada a problemas cardiovasculares, diabetes e hipertensão arterial ou como obesidade ginecóide, mais freqüente nas mulheres, cuja gordura se acumula no tecido subcutâneo, ou seja na região do quadril e coxas. Conhecida como tipo pêra, essa obesidade, apesar das mulheres a detestarem não causa maiores danos à saúde.

Como devemos combinar os alimentos para evitar a obesidade?

Os alimentos devem ser combinados, entre reguladores, construtores e energéticos.

Para balancear a alimentação é necessário conhecer os alimentos. Divididos em 3 principais grupos:

Os alimentos reguladores fornecem nutrientes, regulando o funcionamento do organismo, exemplos são as vitaminas, os minerais, celulose e água. Fazem parte deste grupo os seguintes: frutas, verduras, legumes. Na maioria dos casos é indicado que cada refeição tenha três tipos de alimento desse grupo. Contribuem para no combate contra infecções, colaboram na absorção e utilização de sais minerais, na proteção da pele, no metabolismo.

Alimentos reguladores: legumes, verduras e frutas

Os alimentos construtores renovam os tecidos do organismo e repõem os danificados, os nutrientes que exercem esta função são as proteínas. Entre eles estão a soja e os demais tipos de feijões, incluindo lentilha, grão-de-bico, azeite, gérmen de trigo, leite e derivados, ovos, semente de abóbora entre outros.

Os alimentos construtores fornecem proteínas em maior quantidade são elas as responsáveis pelo crescimento e na formação do corpo.

Ex: sangue, músculos e órgãos, pele. Na fase adulta elas são responsáveis em continuar a manutenção do corpo, formando substâncias capazes de cicatrizar ferimentos, reparar fraturas dos ossos e defender o organismo das doenças.

Alimentos Construtores: carne, queijo, leite, iogurte, ovos, nozes

Já os alimentos energéticos, atuam como fonte de energia sendo os responsáveis pelo fornecimento de calorias, energias, tais como: cereais em grãos, doces, massas, raízes e óleos.

O ideal é que o consumo desse tipo de alimento seja ponderado. Dois tipos de alimentos desse grupo em cada refeição é o essencial. Evite-os em grandes quantidades, pois são ricos em gorduras, hidratos de carbono ou açúcar. Estes fornecem energia para desenvolvimento todo tipo de atividade fundamentais como pensar, trabalhar, andar, correr e falar.

Quando o organismo fica muito tempo sem receber este tipo de alimento fica desmotivado, cansado, sonolento, preguiçoso, indisposto e todas as suas reações são lentas.

Alimentos Energéticos: pães, massas, gorduras, cereais

Tratamento

O padrão para emagrecimento é clínico/nutricional ou a redução calórica, combinada à atividade física e acompanhamento clínico em caso medicamentoso. Porém, estes procedimentos raramente levam a uma redução de peso que possa ser mantida em um longo prazo. A psicoterapia é eficaz porque trabalha a partir da estrutura do indivíduo com objetivo de organizar uma estrutura pessoal para mudança de comportamento frente à vida.

O trabalho é fundamentado em estratégias que levam as mudanças de comportamentos alimentares inadequados, na maneira de enfrentamento das dificuldades encontradas e nas soluções de problemas. Estrutura o indivíduo para que ele se envolva de maneira ativa na aquisição de novas habilidades, pois quanto mais o indivíduo puder compreender e perceber as suas dificuldades, limitações e capacidades se envolverá em projetos realistas na perda de peso, assim como nas mudanças em sua dinâmica de vida. Aborda questões ligadas a auto percepção, autocrítica que vão influenciar diretamente em sua auto-estima, como lidar com as emoções e qual a percepção que tem de si.

Os resultados refletirão na sua vida profissional relacional e afetiva, porque o objetivo primordial é trabalhar o indivíduo como um todo em busca de resultados que sejam perceptíveis em sua estética pessoal, na sua vida profissional e nos relacionamentos interpessoais e afetivos.

Estes resultados já foram devidamente testados e comprovados. Através destes métodos há resultados de pacientes que perderam 40 kg.

Beber água emagrece?

Existem muitos mitos a respeito da ingestão de água, algumas pessoas acreditam que ingerir uma quantidade de água maior pode aumentar seu peso, ou dilatar o estômago, mas estas são questões sem fundamentos científicos. A água não tem caloria, portanto não engorda e não dilata o estômago, pois ela é eliminada através da urina em instantes após sua ingestão.

De acordo com a medicina, ela assume um papel importantíssimo no bom funcionamento do organismo humano, principalmente no do intestino. É necessário beber de oito a dez copos (200ml) de água por dia, pois no processo de emagrecimento, ela também ajuda na sensação de saciedade.

Os pacientes que usam a água como estratégia no processo de emagrecimento, estão se beneficiando de diversas maneiras. Além de melhorar o funcionamento do intestino que auxilia no processo de emagrecimento, produz e mantém a sensação de saciedade, o que também está associado a uma perspectiva de troca, que seria estou com vontade de comer algo, para resistir troco por um copo de água, esta troca entra como um instrumento para lidar com o processo de frustração imediata.

Dicas para a alimentação no verão

O Verão é a estação que mais causa mudanças no comportamento das pessoas. A busca pela melhora da forma física e a alteração dos hábitos alimentares são comuns nesta época do ano. Com o calor não podemos descuidar da alimentação, que requer cuidados essenciais para nos sentirmos mais dispostos, mantendo a forma com saúde.

Algumas pessoas se sentem indispostas para comer no verão devido à própria elevação da temperatura ambiente. Isto se deve, em alguns casos, a condutas inadequadas, como por exemplo, ficar sem se alimentar por muitas horas, recusar o café da manhã, ingerir alimentos pesados e gordurosos e esquecer de se hidratar durante todo o dia.

No inverno há a necessidade de ingerir alimentos mais energéticos para manter a temperatura corporal. Já no verão, o corpo pede um consumo maior de líquidos para compensar a perda de água e sais minerais decorrentes da transpiração. Por isso é preciso fazer algumas adaptações em nossos hábitos alimentares.

No verão ocorre uma diminuição do metabolismo, por isso a quantidade calórica deve ser reduzida, para não corrermos o risco de ganhar peso. Por outro lado, com o aumento da temperatura, nosso organismo perde mais água e sais minerais através de suor, então se torna mais importante o cuidado com a hidratação. Beber bastante água faz com que o organismo fique mais equilibrado e resistente. A quantidade mínima de água por dia deve ser de 2 litros ou 8 a 10 copos de 200ml cada um. Uma sugestão é tomar 1 a 2 copos ao levantar-se e o restante distribuidos nos intervalos das refeições (30 minutos antes de cada refeição e 1 a 2 horas após para não prejudicar a absorção de nutrientes e causar má digestão).

Leve mais água às atividades externas (no campo ou na praia, por exemplo) e principalmente quando a caminhada for longa ou muito ensolarada. Beba pequenos goles a cada parada, mesmo não sentindo sede.

Evite bebidas muito geladas, pois a diferença de temperatura entre o organismo e o líquido pode ocasionar problemas de saúde como resfriados, dores de garganta e enxaquecas.

Os alimentos mais indicados são as frutas, legumes, verduras, cereais integrais, pães integrais, carnes magras, peixes, queijos brancos, sobremesas à base de frutas e muitos líquidos.

Se for comer sanduíches, prefira os que são feitos com pães integrais, carnes magras (peito de peru ou de frango), queijos magros (ricota, cottage ou queijo branco) e sem maionese. As carnes magras possibilitam uma menor digestão evitando o desconforto abdominal com cólicas e gases. Evite os alimentos gordurosos, maionese, queijos amarelos, frituras, bebidas alcoólicas e refrigerantes.

Prefira os picolés à base de água e polpa de frutas, pois são menos calóricos.

O álcool "suga" a água das nossas células, causando a desidratação.

Os refrigerantes possuem cafeína, que aumenta a perda de água através da urina.

Petiscos servidos à beira da praia ou da piscina são ricos em gorduras poliinsaturadas e outras substâncias químicas como tiramina, nitritos e sulfitos, que causam prejuízos ao nosso organismo.

Nunca consumir alimentos perecíveis, por exemplo aqueles à base de carne, leite e ovos, que estejam expostos à temperatura ambiente.

Atenção também com a higiene dos locais onde são preparados os alimentos, pois o calor aumenta a proliferação de bactérias que podem causar intoxicação alimentar.

As crianças e os idosos merecem especial atenção com relação a hidratação e aos alimentos consumidos, em razão de sua maior fragilidade.
Tomando estes cuidados, podemos aproveitar a estação mais alegre do ano com muito mais saúde.

Dicas para cozinhar ou assar sem óleo, banha, etc.

1.Use vapor para cozinhar alimentos tenros, como a carne de frango, peixes, ovos, frutas, verduras e legumes. Carnes vermelhas precisam de uma rápida dourada na grelha para disfarçar a aparência esbranquiçada.

2.Quando o tempo de cozimento previsto for de 30 minutos, coloque 2 litros de água no recepiente inferior da panela/assadeira. Se for menos tempo, coloque apenas 1 e 1/2 litro.

3.Considere que verduras e legumes fibrosos como abobrinha, vagem, soltam água. Portanto não exagere na quantidade de água adicionada ao cozimento.

4.Cheque sempre a quantidade de água na panela ou assadeira durante o preparo. Ela não pode secar. Antes que isso aconteça, complete com mais água fervendo.

5.Não mexa o alimento com garfo ou colher enquanto cozinha ou assa para que ele não desmanche.

6.Utilize fogo baixo e panela tampada. Desta forma economiza-se gás e evita-se que a preparação queime.

7.Evite destampar a panela. Do contrário, o tempo de cozimento passa a ser maior.

Não desperdice a água do cozimento dos alimentos. Ela tem muitos nutrientes como sais minerais e vitaminas e pode ser reutilizada para cozinhar arroz, por exemplo.

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FONTE: Rosilene Lima
 

Bioplastia

 
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