MEGA 21

Central de Atendimento


(21) 3325-4242telefone
MEGA 21
 
 
Você está em: Inicial >> Artigo >> 89 Sexo Melhor No Climaterio E Na Menopausa

Artigo


Loja Mega 21




Sexo melhor no climatério e na menopausa


13/03/2009 10:00



Sexo melhor no climatério e na menopausa



Em busca de um sexo bem melhor



A revolução hormonal que precede o fim do ciclo reprodutivo provoca angústias e desconfortos, mas a mulher já consegue passar por esse período sem perder a beleza e a vitalidade

Nos últimos 40 anos, as mulheres passaram por revoluções surpreendentes



Depois de séculos vivendo a ditadura do sexo para procriação, experimentaram as loucuras do amor livre na década de 70. Dez anos depois, foram obrigadas a repensar seu comportamento e partir para a política do sexo seguro em tempos de Aids. Agora, as mulheres estão aprendendo a conviver melhor com uma fase natural da vida, mas até há pouco tempo cercada de mistérios, mitos e considerada uma espécie de melancólico ponto final: o climatério - fase que antecede a última menstruação (menopausa). É verdade que muitas mulheres ainda sofrem efeitos desagradáveis típicos deste período, como o folclórico calor, mas, com a ajuda de novos medicamentos - e principalmente mais informação -, as mulheres estão demonstrando como é possível passar pelo climatério e chegar à menopausa sem perder a energia, a vitalidade e a beleza.

Ovulação



Na verdade, o climatério é mais uma das revoluções hormonais pelas quais as mulheres passam ao longo da vida. Nesse período, que em geral acontece a partir dos 40 anos, o corpo diminui gradativamente a produção dos principais hormônios femininos (estrógeno e progesterona), caracterizando o fim da ovulação e, portanto, do ciclo fértil. Tudo isso faz parte de um caminho normal da natureza feminina. As mulheres nascem, em média, com 200 mil a 400 mil folículos ovarianos. A partir do estímulo dado pelo hormônio folículo-estimulante (FSH), produzido por uma glândula no cérebro (hipófise), os folículos crescem e amadurecem. Dentro deles é que se encontra o óvulo.

Quando o folículo atinge um certo tamanho, começa a produzir o estrógeno - hormônio feminino - que é liberado para a circulação. Ao mesmo tempo, o folículo maior cresce tanto que "estoura" e libera um óvulo para ser fertilizado (ovulação). Com o passar do tempo, no entanto, vão restando apenas os folículos que respondem menos à ação estimulante do FSH. Além de serem folículos mais velhos, também estão em muito menor número. Dessa forma, os poucos folículos que restaram nessa fase não crescem e não produzem mais estrógeno. A ovulação começa a se tornar cada vez mais irregular até acabar definitivamente. E como a progesterona só é produzida se ocorre a ovulação - é este hormônio que promoverá alterações no útero para que o óvulo se fixe, dando início à gravidez, na hipótese de fecundação -, não haverá produção suficiente deste hormônio, deixando as menstruações irregulares até que elas também terminem. Essa revolução, natural e esperada, acaba deixando, no entanto, o organismo da mulher mais vulnerável. Por causa do fim da produção do estrógeno, por exemplo, aumentam as chances de doenças cardiovasculares. Isso porque o estrógeno é um dos protetores da mulher contra esses males. Ele aumenta a produção do colesterol bom (HDL), que ajuda a evitar o depósito de gordura nas artérias e também diminui o colesterol ruim (LDL), que faz a ação inversa. É também nesta época que se elevam os riscos de desenvolver a osteoporose, doença caracterizada pelo enfraquecimento dos ossos. A perda de cálcio, que começa logo depois que a mulher atinge o seu pico de massa óssea (por volta dos 25 anos), tende a crescer à medida que a quantidade de estrógeno no organismo vai diminuindo. "Nos primeiros cinco anos depois da última menstruação, essa perda pode chegar a 1% a 4% de massa óssea por ano", diz a ginecologista Suelly Coltro, de São Paulo. O estrógeno, nesse caso, tem a função de melhorar a absorção de cálcio pelos ossos e pelo intestino.

Sinais



A irregularidade menstrual (aumento ou diminuição dos intervalos entre uma menstruação e outra no volume de sangue) pode ser o primeiro sinal de que as modificações hormonais do climatério estão em curso no corpo da mulher. Fora isso, cerca de 80% das mulheres apresentam outros sintomas de intensidade variável durante o período, como as ondas de calor, conhecidas como fogachos, que se manifestam principalmente à noite, fazendo subir pelo rosto e pelo tórax uma forte sensação de calor e provocando suores. A mulher também pode sentir fadiga, irritabilidade e depressão. A origem dos fogachos ainda não está completamente esclarecida pelos médicos. Felizmente, porém, sintomas como esses não fazem sofrer todas as mulheres que passam pelo climatério. "Apenas 30% das mulheres sentem sinais intensos", alerta o ginecologista Cesar Eduardo Fernandes, professor da Santa Casa de São Paulo e presidente da Sociedade Brasileira do Climatério (Sobrac).

Combinação



Os motivos para a desconfiança estão baseados em uma longa história - Quando a TRH começou a ser usada, utilizava-se apenas estrógeno, exatamente pelo fato de ele ser o hormônio que mais traz benefícios. O problema é que o estrógeno utilizado sozinho por muito tempo pode levar ao aparecimento de câncer de endométrio (revestimento interno do útero). Mas se descobriu, depois, que bastava usar a TRH combinada (estrógeno mais progesterona) que esse risco desaparecia. O que existe hoje, na verdade, é uma preocupação em torno da TRH e sua relação com câncer de mama. Ainda não se tem consenso científico sobre a existência dessa relação, embora grande parte dos trabalhos mostre que a terapia de reposição não causa esse tipo de tumor. Ao contrário, já se sabe, por exemplo, que uma mulher que venha a desenvolver câncer de mama terá uma sobrevida maior aos tratamentos - viverá mais após uma cirurgia, quimioterapia ou radioterapia - se tiver feito TRH em relação àquela que não fez simplesmente porque estará em melhores condições cardiovasculares e gerais de saúde.

Há ainda outra lista de benefícios da TRH



Estudos já comprovam a redução na incidência do mal de Alzheimer (doença degenerativa que tem a demência como uma de suas principais características) com o uso de estrógeno. Outra pesquisa, publicada recentemente pela revista The Lancet, uma das mais conceituadas publicações científicas do mundo, mostra que, comparando-se mulheres de uma mesma faixa etária, aquelas que faziam uso da TRH aparentavam oito anos menos que as do grupo sem tratamento. Isto porque o estrógeno - ele de novo - também aumenta o teor de colágeno da pele (o colágeno é a substância que dá sustentação à pele). Existem ainda outras opções para reduzir os riscos de osteoporose e doenças cardiovasculares, além da TRH. Um exemplo é a droga raloxifeno. Disponível no Brasil desde 1997, o raloxifeno atua de forma seletiva, liberando a entrada do hormônio estrógeno nas células dos ossos, coração e outros tecidos ao mesmo tempo que bloqueia sua ação nos tecidos da mama ou do útero. Como se vê, com a ajuda da ciência - e também a partir de uma nova maneira de ver a vida - a mulher vai aprendendo que o climatério nem de longe marca o começo do fim. É apenas mais uma revolução.



FONTE: ISTOÉ ON LINE


Índice das Principais Atividades dos

Centros Médicos MEGA 21



BIOPLASTIA CORPORAL

Bioplastia O que é Bioplastia
Bioplastia de Glúteos Bioplastia de Glúteo
Bioplastia de Mão Bioplastia de Mão
Bioplastia de Panturrilha Bioplastia de Panturrilha
Bioplastia de  Peitoral Bioplastia de Peitoral
Bioplastia de Pênis Bioplastia de Pênis
Bioplastia de Ombro Bioplastia de Ombro
Bioplastia Genital Bioplastia Genital
Bioplastia Íntima Bioplastia Íntima Feminina

BIOPLASTIA FACIAL

Bioplastia de Lábios Bioplastia de Lábios
Bioplastia de Maçãs do Rosto Bioplastia de Maçãs do Rosto
Bioplastia de Mento Bioplastia de Mento (Queixo)
Bioplastia de Nariz Bioplastia de Nariz
Bioplastia de Rugas Bioplastia de Rugas
Bioplastia no Contorno do Rosto Bioplastia no Contorno do Rosto

GERIATRIA E MEDICINA ANTIENVELHECIMENTO

Diabetes Diabetes
Hormônios Bioidênticos Hormônios Bioidênticos
Medicina Antienvelhecimento Medicina Antienvelhecimento
Menopausa Menopausa e Climatério
Modulação Hormonal Modulação Hormonal
Nutrologia Nutrologia
Osteoporose Osteoporose
Pausas Hormonais Pausas Hormonais
Reposição Hormonal com Plantas Reposição Hormonal com Plantas

LIPOESCULTURA E CIRURGIA PLÁSTCA

Lipo de Abdômen Lipo de Abdômen
Lipo de Braço Lipo de Braço
Lipo de Coxa Lipo de Coxa
Lipo de Mama Feminina Lipo de Mama Feminina
Lipo de Mama Masculina Lipo de Mama Masculina
Lipo de Papada Lipo de Papada
Lipo de Púbis Lipo de Púbis
Laser SmartLipo Laser SmartLipo
Cuidados antes da Lipoaspiração Cuidados antes da Lipoaspiração
Cuidados depois da Lipoaspiração Cuidados depois da Lipoaspiração
Efeitos adversos da Lipoaspiração Efeitos adversos da Lipoaspiração
História da Lipoaspiração História da Lipoaspiração

MEDICINA ESTÉTICA

CeluliteCelulite
Estrias Estrias
Flacidez Flacidez
Gordura Localizada Gordura Localizada
Cosmética Dermatologia Cosmética (Cosmiatria)
Medicina Estética Medicina Estética
Rejuvenescimento facial Rejuvenescimento Facial

MEDICINA ORTOMOLECULAR E EMAGRECIMENTO

Dieta-ortomolecular Dieta Ortomolecular
Emagrecimento Emagrecimento
Medicina Ortomolecular Medicina Ortomolecular
Nutrologia Nutrologia
Perder-peso Perder Peso
Obesidade Obesidade
Terapia Ortomolecular Terapia Ortomolecular
Tratamento Ortomolecular Tratamento Ortomolecular

NEUROLOGIA E NEUROPSIQUIATRIA

Depressão Depressão no adulto e na criança
Dor Dor de Cabeça
Neuroendocrinologia Ortomolecular Neuroendocrinologia Ortomolecular
Neurofisiologia Clínica Neurofisiologia Clínica
Neurologia Neurologia
Neuropsiquiatria Ortomolecular Neuropsiquiatria Ortomolecular
Psiquiatria Ortomolecular Psiquiatria Ortomolecular

NEUROCIRURGIA

Neurocirurgia Neurocirurgia
Dor Tratamento da Dor

OUTRAS ESPECIALIDADES

homeopatia Homeopatia
Cirurgia Geral Cirurgia Geral
Clínica Médica Medicina Interna e Clínica Médica
Medicina Regenerativa Medicina Regenerativa
Nutrologia Nutrologia

Bioplastia
Emagrecimento Ortomolecular
Medicina Antienvelhecimento

Preocupamos-nos com a medicina ética apoiada nas diretrizes da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), do Conselho Regional de Medicina e do Conselho Federal de Medicina. Oferecemos o melhor aos pacientes através da pesquisa e do trabalho médico científico nacional e internacional.


Com a finalidade de esclarecer totalmente aos pacientes informamos:


Que as Especialidades Médicas pelas normas do Conselho Federal de Medicina são as estabelecidas pela Resolução CFM Nº 1.763/05 (http://www.portalmedico.org.br/resolucoes/cfm/2005/1763_2005.htm)


Que todos os médicos especialistas e suas especialidades constam nos sites: http://www.cadastronacionalmedico.org ou http://www.portalmedico.org.br/novoportal/index5.asp

 

Bioplastia

 
MEGA 21 ® Todos os Direitos Reservados - Mapa do Site - Política de Privacidade